Megaoperação mira grupo que mandava matar e vendia drogas dentro e fora dos presídios em SC

Operação integra uma ação do Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas; três pessoas foram presas

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Mandados estão sendo cumpridos de forma simultânea em municípios catarinenses (Foto: MPSC, Divulgação)

Mandados estão sendo cumpridos de forma simultânea em municípios catarinenses (Foto: MPSC, Divulgação)

Uma operação que mobiliza mais de 200 agentes de segurança foi deflagrada pelo Ministério Público de Santa Catarina na manhã desta terça-feira (9) em cinco cidades do Oeste e Serra catarinenses. Ao todo, 26 mandados de busca e apreensão são cumpridos contra suspeitos de integrarem uma organização criminosa suspeita de praticar e coordenar atividades criminosas dentro e fora de presídios no Estado.

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A operação integra uma ação do Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC), do Ministério Público brasileiro, que tem como objetivo combater organizações criminosas em todo o país. Em Santa Catarina, os mandados estão sendo cumpridos de forma simultânea nos municípios de Chapecó, Xaxim, Planalto Alegre, Maravilha, Saltinho e Lages

Veja fotos da operação

Três pessoas presas

Durante a operação, três pessoas foram presas em flagrante por tráfico de drogas. Segundo o Ministério Público catarinense, a operação, denominada de “DESMOS”, é um desdobramento das investigações iniciadas no âmbito da Operação Sodalitas Finis.

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O objetivo é desarticular as atividades da organização criminosa investigada, que atua na cidade de Chapecó e outros municípios catarinenses. A investigação aponta que os suspeitos estariam envolvidos na prática de diversos crimes considerados graves, como homicídios, o comércio ilegal de armas de fogo e o tráfico de drogas

Os materiais apreendidos durante o cumprimento dos mandados serão encaminhados à Polícia Científica, para realização de exames periciais. Após confecção de laudos periciais, as evidências serão analisadas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) para dar continuidade às investigações da 39ª promotoria de Justiça da comarca da Capital.

Pela Polícia Militar, atuaram equipes da Radiopatrulha, do Tático, da Rocam, da Cavalaria e do Canil. A Polícia Penal mobilizou servidores do Núcleo de Operações Táticas, da Diretoria de Operações com Cães, da Recaptura de Foragidos, da área de Inteligência e equipes de plantão. Já a Polícia Civil participou por meio da Divisão de Investigação Criminal, do Serviço Aeropolicial, da Operação Protetor, sediada em Maravilha, da Delegacia de Polícia da Comarca e das Delegacias Municipais de Planalto Alegre e Saltinho. 

A investigação tramita em sigilo.