Apesar de o maior espetáculo do futebol mundial já estar em pleno andamento há doze dias em solo norte-americano, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ainda não fez sua estreia nas arquibancadas da Copa do Mundo de 2026.
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A ausência quebra um histórico tradicional, já que chefes de Estado de países-sedes costumam prestigiar a abertura de suas seleções. Trump não compareceu ao SoFi Stadium no dia 12 de junho para assistir à vitória dos EUA contra o Paraguai, preferindo telefonar para o técnico Mauricio Pochettino e para o capitão Tim Ream antes do confronto.
O sumiço surpreende ainda mais pelo fato de o presidente ser um fã de esportes, tendo marcado presença recentemente no Super Bowl, em lutas do UFC e nas Finais da NBA, além de exibir réplicas do troféu da Copa do Mundo em seu escritório na Casa Branca.
Agenda cheia e substitutos nos camarotes
O motivo para o presidente ainda não ter sido visto nos estádios passa pela agenda geopolítica. Segundo informações do The Athletic, enquanto a seleção norte-americana jogava nas primeiras rodadas, Trump cumpria compromissos oficiais, incluindo uma viagem à França para a cúpula do G7 e a apresentação de um novo Boeing 747, que servirá como o próximo Air Force One.
Diante do sumiço do presidente nos jogos, o gabinete presidencial enviou autoridades para representar a Casa Branca nos estádios. O jornal americano indica que o bilionário pode estar guardando para aparecer em momentos decisivos da Copa do Mundo.
O presidente é esperado no dia 4 de julho, data em que a Copa do Mundo vai coincidir com as celebrações do 250º aniversário de Independência dos Estados Unidos. A FIFA planeja cerimônias especiais para os jogos das oitavas de final em Houston e na Filadélfia nesta data. Os EUA estão com a vaga garantida na próxima fase da competição.








