Dallas Cowboys Cheerleaders: o que esperar da 3ª temporada do reality das líderes de torcida da Netflix

Com apenas seis vagas para novatas, terceira temporada mostra a crescente pressão sobre o grupo de dança

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Novos episódios da produção já estão disponíveis (Foto: Netflix, Divulgação)

O fenômeno global em torno do Dallas Cowboys Cheerleaders (DCC) está de volta à Netflix com a terceira temporada já disponível para ser assistida. Na terceira temporada da produção original da Netflix, as diretoras Kelli Finglass e Judy Trammell enfrentam a missão de definir o elenco sob critérios técnicos sem precedentes.

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Nos últimos anos, Kelli Finglass, que lidera a organização desde 1991, transformou o esquadrão em uma marca altamente lucrativa, onde disciplina e precisão técnica são inegociáveis e cobradas das dançarinas. Ao seu lado, a coreógrafa-chefe Judy Trammell atualiza as rotinas de dança para acompanhar o nível técnico elevado das novas candidatas.

Veteranas e novatas do Dallas Cowboys Cheerleaders

Com o retorno de 30 veteranas da temporada anterior dispostas a manter seus postos, restaram apenas seis vagas abertas para novos talentos. Sob a direção do vencedor do Emmy, Greg Whiteley, as câmeras acompanham a trajetória de rostos conhecidos do público, como Reece e Charly, além de estreantes que incluem a internacionalização do grupo, a exemplo de Faith, que viajou da Nova Zelândia disposta a garantir um espaço no elenco texano.

Entre as veteranas que tentam manter o uniforme estão mulheres como Anna Kate, de 26 anos, que divide a exigência física dos ensaios com sua atuação profissional como planejadora financeira. A busca pela estabilidade e pela própria identidade também move Charly, de 25 anos, a dançarina enfrentou sete anos de uso de colete ortopédico devido à escoliose antes de conquistar seu espaço no Texas.

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Já entre as novatas está Faith, de 23 anos, que deixou uma carreira estável em companhias de cruzeiro na Nova Zelândia para tentar ser a pioneira de seu país no grupo. Jenna, de 24 anos, traz a bagagem de sua formação universitária e aborda com orgulho e naturalidade sua história como paciente de fissura labial. Já Kylie, de 28 anos, migrou da ginástica artística competitiva para a dança, buscando o topo da modalidade.