O ex-atacante Edilson Capetinha, campeão da Copa do Mundo 2002 pela Seleção Brasileira, criticou o técnico Carlo Ancelotti e os jogadores do Brasil após eliminação para a Noruega nesse domingo (5).
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— O Ancelotti hoje é um treinador fraco, que já estava na descendência no futebol mundial, já não tinha muito para onde ir depois que saísse do Real Madrid. Encontrou um oportunidade de vir para a seleção brasileira, ganhando um dinheiro incrível, que, para realidade do futebol brasileiro é uma coisa astronômica — disse em entrevista ao Estúdio I, da GloboNews.
Além das críticas ao treinador italiano, que conduziu a Seleção Brasileira à pior campanha do país em Copas do Mundo desde 1990, o ex-jogador também condenou a postura dos atletas em campo na partida diante dos europeus.
— O Brasil é uma seleção fraca, que não tem defesa, não tem meio-campo e não tem ataque. A gente não tá acostumado com bons jogadores. Estamos acostumados com jogadores excelentes, com craques, que fazem a diferença. O problema é que, além de termos um treinador fraco, temos uma seleção frouxa, jogadores frouxos, sem personalidade, e na hora de ir pro jogo fica todo mundo pipocando — comentou.
Ao longo de nove anos vestindo a camisa da Seleção Brasileira, o ex-atacante disputou 24 partidas, com retrospecto de 17 vitórias, quatro empates e três derrotas, além de seis gols marcados pela Amarelinha.
Edílson entrou em campo em quatro partidas da Copa do Mundo de 2002. Foi titular em duas delas, contra Costa Rica e Turquia, e entrou do banco contra China e Inglaterra. Ao todo, o atacante somou 170 minutos em campo no Mundial e contribuiu com uma assistência para Ronaldo marcar diante da Costa Rica.











