Sobrinho que pegou faca escondida e matou o tio durante discussão é condenado a prisão em Florianópolis

Acusado confessou o crime após ser localizado pela Polícia Militar pouco tempo depois do homicídio

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Após o crime, o acusado fugiu, mas foi localizado pela Polícia Militar na Avenida Pequeno Príncipe (Foto: Google Maps)

Após o crime, o acusado fugiu, mas foi localizado pela Polícia Militar na Avenida Pequeno Príncipe (Foto: Google Maps)

O sobrinho acusado de matar o tio com uma facada no bairro Campeche, em Florianópolis, foi condenado a 14 anos de prisão em regime fechado pelo Tribunal do Júri da Capital. A decisão foi tomada pelo Conselho de Sentença nesta terça-feira (21). O réu também teve negado o direito de recorrer em liberdade e permanecerá preso. Ele já está detido desde a data do crime.

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O crime ocorreu em 11 de maio de 2025, por volta das 18h20min, na rodovia Francisco Magno Vieira. Segundo a denúncia do Ministério Público, tio e sobrinho trabalhavam juntos na venda de móveis em um caminhão e passaram o dia consumindo bebidas alcoólicas.

De acordo com a acusação, horas antes do homicídio, o tio teria zombado do sobrinho e, durante uma discussão, chutado duas mesas e outros móveis em sua direção. Em seguida, o réu lembrou que havia uma faca do tipo peixeira na cabine do caminhão e pegou a arma sem que o tio percebesse.

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Os dois continuaram ingerindo bebida alcoólica. Ainda conforme a denúncia, ao perceber que o tio estava embriagado, o sobrinho aproveitou a situação e desferiu um único golpe de faca pelas costas da vítima, que morreu em decorrência do ferimento.

Sobrinho confessou ter matado o tio

Após o crime, o acusado fugiu, mas foi localizado pela Polícia Militar na Avenida Pequeno Príncipe. Conforme a denúncia, ele apresentava forte odor de álcool e chorava enquanto conversava por telefone com a mãe. Ele confessou ter cometido o homicídio.

O Conselho de Sentença reconheceu a prática de homicídio qualificado e fixou a pena em 14 anos de reclusão, em regime inicial fechado. A defesa ainda pode recorrer da decisão ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina.