Café com Ânderson: Os nomes das coligações em SC

Saiba os destaques dos Poderes de SC

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(Foto: Arte NSC)

Bom dia! Está servido o Café com Ânderson desta quinta-feira 23 de julho de 2026. Leia abaixo:

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Oficializados
As primeiras atas de convenções em Santa Catarina já foram entregues à Justiça Eleitoral. Elas oficializam três candidaturas ao governo: Laís Chaud (UP), Gelson Merisio (PSB) e Hélio Vaz (Agir). A candidatura do Agir, aliás, surgiu como uma surpresa no cenário e aumentou para nove o número de nomes na disputa. Em 2022, foram 10.

O nome
No registro da ata, a chapa encabeçada por Merisio definiu que a coligação se chamará “Santa Catarina com Lula e contra o extremismo”. Ao todo, são sete partidos no grupo.

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O nome (2)
Formada por seis partidos, a coligação do governador Jorginho Mello (PL) para a reeleição também já ganhou um nome: “Fé no trabalho e pé na tábua”. A chapa de João Rodrigues ainda não definiu o nome da coligação.

Vice
Com a neutralidade de partidos que poderiam indicar nomes para a vaga de vice na chapa de Flávio Bolsonaro (PL), a deputada federal Julia Zanatta (PL) voltou ao cenário como possível indicada. O União Brasil e o Progressistas, antes cotados para fazer indicações, não estarão com o senador do Rio de Janeiro na eleição. Assim, uma chapa pura do PL passa a ser a hipótese mais provável.

Escolha
Caso o convite oficial seja feito a Julia, ela terá que tomar uma decisão importante do ponto de vista político: optar por manter o projeto atual de disputar a reeleição, na qual é considerada uma das favoritas a ser a deputada federal mais votada de Santa Catarina, ou embarcar na chapa como vice de Flávio, o que lhe daria uma visibilidade ainda maior no cenário nacional, mas diante de um quadro de turbulência na campanha do senador.

Decreto dos prédios
O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC) julga, em 5 de agosto, a ação que discute a constitucionalidade do decreto que regulamentou o incentivo à fruição pública previsto no Plano Diretor de Florianópolis. Para o advogado Eduardo Collaço, sócio do escritório Collaço, Gallotti, Petry, Valle Pereira Advocacia, a discussão vai além do potencial construtivo. O julgamento deverá definir até onde o Poder Executivo pode regulamentar incentivos urbanísticos por decreto e quais matérias dependem de aprovação legislativa.

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Decreto dos prédios (2)
Na avaliação do advogado, instrumentos que estimulam a criação de áreas de uso público são importantes para uma cidade que ainda apresenta déficit desses espaços. A controvérsia, segundo ele, está na forma de regulamentação: “O incentivo urbanístico pode contribuir para ampliar as áreas públicas de Florianópolis, desde que haja segurança jurídica quanto ao instrumento utilizado para sua implementação.”

Caça do javali
O deputado Lucas Neves encaminhou requerimentos a órgãos federais e estaduais após reunir controladores de javalis em audiência pública na Alesc. À Polícia Federal, pede a redução dos prazos para autorizar armas e munições dos caçadores, que chegam a dois anos. Ao Ibama, solicita a simplificação dos relatórios, que hoje são elaborados duas vezes por ano. Ao ICMBio, pede autorização para o controle em parques federais. Ao governo estadual, solicita a revisão das exigências do decreto que criou novas obrigações aos controladores, como cursos e exames. Os requerimentos do parlamentar catarinense também cobram dados públicos anuais sobre a quantidade de javalis abatidos.

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Parceria com a Petrobras
A Universidade do Vale do Itajaí (Univali) e a Petrobras dão continuidade a uma parceria com um novo contrato que coloca a instituição catarinense à frente do Programa Macrorregional de Caracterização da Atividade Pesqueira (PMCAP) em Santa Catarina. Com a aliança, a universidade passa a coordenar as ações do programa para produzir um diagnóstico científico sobre a realidade social e as rotas de navegação dos pescadores, mapeando como a pesca local interage com a exploração de petróleo e gás na região.

Bacias
A iniciativa atende a uma exigência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para o licenciamento ambiental nas bacias de Santos, Campos e Espírito Santo. Ela abrange as dez operadoras do Plano Macro, um esforço unificado para mitigar e gerenciar conjuntamente os impactos das atividades marítimas na costa brasileira.