Depois de ganhar “cara”, Distrito de Inovação de Blumenau agora tem um gestor

Instituto Gene ficará responsável por gerenciar o projeto

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Contrato com a instituição, que já toca o Centro de Inovação, foi assinado nesta quinta-feira (23) (Foto: Michele Lamin, Divulgação)

O Instituto Gene, que já administra o Centro de Inovação de Blumenau (CIB), vai fazer a gestão do Distrito de Inovação de Blumenau (DIB). O contrato com a prefeitura, válido por cinco anos, foi oficialmente assinado nesta quinta-feira (23). A seleção foi feita por meio de chamada pública.

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Caberá ao Gene conectar empresas, instituições de ensino, poder público e sociedade civil para desenvolver projetos de inovação, promover eventos, estimular parcerias com startups, atrair novos negócios e criar oportunidades para quem quer empreender ou trabalhar com tecnologia e inovação.

A expectativa é que, até 2030, o Distrito de Inovação de Blumenau – apenas o segundo em todo o Brasil – se consolide como o principal polo de inovação urbana e tecnológica de Santa Catarina. Há R$ 60 milhões reservados para o projeto, dinheiro repassado pelo governo do Estado.

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O projeto inicial prevê também construção de um segundo centro de inovação, além de um boulevard entre o atual CIB e o campus 2 da Furb.

O que é o distrito

Na prática, o DIB funcionará como um grande “laboratório de ideias”. Geograficamente falando, trata-se de uma área territorial que engloba um raio de pouco mais de três quilômetros que vai da Praça dos Músicos até o Senai, no bairro Itoupava Seca.

Este espaço poderá ter incentivos fiscais específicos para a instalação de novos negócios, estímulos ao empreendedorismo, à geração de empregos qualificados e à sustentabilidade e mudanças no zoneamento urbano para flexibilizar regras de construção e uso do solo, entre outras medidas.

A ideia é diminuir a burocracia e usar essa área como espaço de testes de soluções que podem ser adotadas no restante de Blumenau.

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O conceito, porém, vai um pouco além. O DIB também é idealizado para funcionar na prática como uma espécie de bairro inteligente, planejado para que as pessoas não apenas trabalhem e inovem, mas também vivam, estudem e se divirtam com acesso a serviços essenciais em um mesmo território, segundo a proposta da prefeitura.