Idealizado por Juliano Cazarré, o encontro O Farol e a Forja reuniu cerca de 600 participantes entre os dias 24 e 26 de julho, no Centro Universitário Católico Ítalo Brasileiro, na zona sul de São Paulo. Voltado principalmente para homens, o evento discutiu temas como família, paternidade, espiritualidade e o que os organizadores definem como uma “crise da masculinidade”.
Ao longo dos três dias, palestrantes abordaram temas ligados à espiritualidade, educação dos filhos, empreendedorismo e desenvolvimento pessoal.
Segundo Cazarré, a proposta marca o início de um projeto permanente de formação masculina. O ator afirmou que pretende realizar novas edições em São Paulo e já estuda levar o evento para outras regiões do país após receber pedidos de participantes de Pernambuco, Paraíba, Goiás e Mato Grosso.
“Perguntei ao auditório quem estava ali porque a mulher tinha comprado o ingresso ou mandado que fosse, e cerca de 90% levantaram a mão. Isso mostra que havia uma demanda das próprias esposas para que os homens assumissem sua parte na família”, afirmou o ator em entrevista à Folha de S.Paulo.
Embora tenha defendido um resgate da participação masculina na família, Cazarré fez críticas ao movimento red pill, classificando-o como “uma cagada” por incentivar homens a não se casarem.
“A gente precisa de homens mais presentes na família. A gente sabe do tanto de homem que abandona a mulher”, declarou.
Família, fé e palestras
O ex-lutador Rodrigo Minotauro falou sobre o jiu-jítsu como ferramenta de formação de valores, enquanto o escritor Raul Martins destacou a importância da presença paterna em pequenos gestos, como incentivar a leitura desde a infância.
Já a influenciadora Bárbara Hannelore, conhecida como Babi Mendes, relacionou a chamada crise da masculinidade às transformações dos papéis tradicionais de homens e mulheres, defendendo uma visão baseada na fé cristã e na estrutura familiar.
O empresário Wendell Carvalho levou ao palco um discurso voltado ao empreendedorismo e à prosperidade financeira, associando o sucesso econômico à segurança da família e à possibilidade de exercer ações de caridade.
Como é a casa de Juliano Cazarré, o Jorginho Ninja de Três Graças
*Com informações de Folha de S. Paulo
**Sob supervisão de Pablo Brito






















