A Celesc baixou a pedida pela antiga sede administrativa da Cecrisa, gigante cerâmica catarinense vendida em 2019 para a Dexco. Em uma nova tentativa de leilão pelo imóvel localizado em Criciúma, a empresa está disposta a aceitar uma oferta de R$ 9,4 milhões, quase R$ 1 milhão menor que a mínima exigida antes.
O bem foi alvo de um leilão no início deste mês, mas não houve ofertas. Agora, a Celesc, proprietária do imóvel – um terreno de 10,7 mil metros quadrados, com uma construção de dois pavimentos –, fará uma nova tentativa em três etapas.
Na primeira delas, em 18 de agosto, o lance mínimo será de R$ 10,2 milhões – o mesmo do leilão anterior –, com pagamento à vista. Em uma segunda praça, no dia seguinte, o valor se mantém, mas pode ser parcelado em 36 vezes. Se mesmo assim não surgirem interessados, leva quem oferecer os R$ 9,43 milhões na terceira praça, no dia 20.
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A venda, mais uma vez, está a cargo da plataforma Lance Certo Leilões. No site da empresa, é possível consultar o edital completo e obter outras informações sobre a disputa.
Referência na produção de revestimos cerâmicos, a Cecrisa, dona da marca Portinari, foi vendida em maio de 2019 para a Duratex, antigo nome da Dexco. Pela aquisição de 100% das ações da empresa catarinense, a compradora pagou na época R$ 539 milhões, além de assumir uma dívida líquida de R$ 442 milhões.




