Palcos abertos, apresentações e muita dança marcam os últimos dias do 43º Festival de Dança de Joinville. Enquanto a cidade vive a programação do evento, o projeto A Melhor Vibe do Festival acompanha esse movimento com ações que aproximam o público do universo da dança. Agora, as atenções se voltam para a Noite dos Campeões, que acontece nesta sexta-feira (31) e reunirá as coreografias vencedoras da competição.
O comunicador da Atlântida Joinville, Gerson Júnior, acompanha cada passo do festival ao vivo, com o projeto A Melhor Vibe do Festival. Segundo ele, o crescimento do evento pode ser percebido tanto pelo número de participantes quanto pela forma como a dança ocupa cada vez mais espaços da cidade.
— Tem sido uma edição ainda maior. Bailarinos, bailarinas, grupos de dança, solos e grandes companhias vêm do Brasil e do mundo dançar aqui em Joinville. É muito especial acompanhar esse movimento — afirma.
Palcos abertos ampliam a experiência do festival
Embora o Centreventos concentre as apresentações da mostra competitiva, um dos diferenciais do Festival de Dança de Joinville está na programação distribuída por diferentes espaços da cidade. Empresas, centros comerciais e ambientes culturais recebem apresentações gratuitas ao longo do evento, para aproximar a dança de quem não vai assistir aos espetáculos dentro do teatro.
A Feira da Sapatilha também é uma das ações que fazem parte da programação. O espaço, que recebe milhares de pessoas todos os dias, tem estandes especializados em artigos para dança, uma praça de alimentação e um palco aberto que recebe apresentações durante todo o festival. Além de movimentar o comércio do setor, o local se tornou um dos principais pontos de encontro entre bailarinos, familiares e visitantes.
Esse movimento também impacta todos os dias na economia da cidade. Durante o festival, hotéis, restaurantes e estabelecimentos comerciais registram aumento no fluxo de turistas, impulsionado pela chegada de participantes de diferentes estados brasileiros e de outros países.
— O movimento cresce muito. A hotelaria, a gastronomia e a economia em si sentem esse impacto. São duas semanas de uma arte espetacular acontecendo não só no Centreventos, mas também em vários espaços da cidade. O festival tem esse cuidado de levar a dança para empresas, shoppings e ambientes culturais, fazendo com que mais pessoas tenham acesso às apresentações — conta Gerson.
Ao longo da programação, o público acompanhou apresentações de balé clássico, balé neoclássico, jazz, sapateado, dança contemporânea, danças populares brasileiras e internacionais e danças urbanas. É justamente a variedade de modalidades que faz do Festival de Dança de Joinville uma referência mundial, com a presença de escolas de dança e companhias profissionais.

Projeto aproxima bailarinos e público durante o evento
Além das apresentações, bailarinos e visitantes encontram no Shopping Mueller Joinville um espaço voltado para convivência e interação. O projeto A Melhor Vibe do Festival, promovido pela Atlântida, tem transmissões ao vivo, espaço para aquecimento dos bailarinos, camarim, cabine de fotos, cenários para registros e atividades interativas.
Instalado ao lado do palco aberto do shopping, o espaço acompanha a rotina dos participantes antes das apresentações e recebe diariamente bailarinos de diferentes regiões do país. A proposta é mostrar ao público os bastidores do festival e criar momentos de interação entre artistas, visitantes e ouvintes da rádio.
— A gente entrevista pessoas de São Paulo, Rio de Janeiro, Pará, Fortaleza, Recife, Porto Alegre e de muitos outros lugares. Teve uma bailarina de Manaus que participou da entrevista e disse que já ia baixar o aplicativo para continuar ouvindo a Atlântida quando voltasse para casa. Isso mostra como o festival conecta pessoas do Brasil inteiro — conta o comunicador.

Patrocinadores fortalecem a experiência dos participantes
Ao longo dos anos, o projeto A Melhor Vibe do Festival cresceu junto com o Festival de Dança de Joinville e passou a integrar a experiência de bailarinos e visitantes durante o evento. A iniciativa conta com o apoio da Trimania e do Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem, patrocinadores de longa data que contribuem para viabilizar a estrutura das transmissões ao vivo, os espaços preparados para receber os participantes e as ativações realizadas durante o festival.
Segundo Gerson Júnior, esse apoio permite oferecer uma experiência completa para quem passa pelo espaço e acompanha a programação da Atlântida durante os dias de evento.
— O apoio da Trimania e do Hospital Sadalla é fundamental para que a gente consiga entregar uma estrutura de qualidade, com espaços de convivência, ativações e transmissões ao vivo. É uma parceria que cresce junto com o Festival de Dança e ajuda a tornar a experiência dos bailarinos e do público ainda mais especial — finaliza.
