Fotógrafa fatura quase R$ 3 mil trabalhando apenas oito dias no mês após polêmica no zoobotânico de Joinville

A moradora da maior cidade de SC viralizou no fim de junho ao gravar um vídeo de desabafo nas redes sociais, após ser impedida de vender fotos instantâneas em um parque de Joinville

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fotógrafa de joinville fatura quase R$ 3 mil com fotos polaroids

Fotógrafa compartilhou o faturamento do mês com os seguidores (Foto: Redes Sociais, Reprodução)

Após ganhar as redes sociais ao ser barrada no Zoobotânico de Joinville, no Norte catarinense, a fotógrafa Thayna Renata revelou que faturou quase R$ 3 mil trabalhando apenas oito dias durante o mês de julho, vendendo fotos polaroid nas ruas da cidade. Há algumas semanas, a profissional já havia revelado aos seguidores que abandonou o emprego fixo para investir em seu próprio negócio.

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A moradora da maior cidade de SC viralizou no fim de junho ao gravar um vídeo de desabafo nas redes sociais, após ser impedida de vender fotos instantâneas em um parque de Joinville, localizado próximo ao Mirante. Na ocasião, Thayna contou que comercializava as polaroids por uma média de R$ 20 a R$ 25 por unidade.

Veja fotos da fotógrafa que viralizou em Joinville

Faturamento cresceu apenas vendendo fotos na rua

Depois de abandonar o emprego fixo com o sucesso das vendas, Thayna continuou compartilhando sua rotina como empreendedora. A profissional publicou diversos vídeos contando os “perrengues” e também as vantagens de focar em seu próprio negócio.

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Segundo a fotógrafa, ela trabalha apenas aos sábados e domingos. No penúltimo dia do mês, ao somar os valores arrecadados com a venda das fotos polaroids, ela se surpreendeu ao perceber que faturou aproximadamente R$ 2,9 mil exercendo sua profissão apenas aos finais de semana. “Eu estou muito feliz, isso está sendo muito gratificante”, destacou em um dos vídeos mais recentes.

Relembre a polêmica envolvendo a fotógrafa

Em um fim de semana de junho, enquanto fotografava os visitantes do parque Zoobotânico em Joinville, a fotógrafa foi abordada por um segurança do espaço. Ela foi informada que não poderia continuar o negócio de venda de fotos no local. Na ocasião, ela havia faturado R$ 800 no fim de semana.

Fui proibida de vender fotos aqui no Parque Zoobotânico de Joinville e isso dói muito meu coração, não posso chorar aqui. Hoje o parque está muito cheio, acho que é o dia mais cheio que eu já vi e a segurança falou que eu não poderia tá comercializando produtos ali dentro

Além disso, a mulher ainda aponta que, apesar de se tratar de um espaço público, reconhece que a legislação não permite vendas ou qualquer tipo de comercialização de produtos. Ainda assim, a fotógrafa reclamou da situação.

Na época, a prefeitura de Joinville informou que atualmente não existe regramento a respeito do serviço de comércio ambulante no Parque Zoobotânico. Ainda informou que, por ser uma área pública e ambientalmente protegida, um eventual regramento deve ser avaliado considerando esses aspectos.

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“A pessoa interessada pode manifestar seu interesse junto à Secretaria de Meio Ambiente, até para que o Município tenha parâmetros sobre a busca por esse serviço. No caso em questão, a microempreendedora buscou a Sama e foi orientada a formalizar o pedido por escrito, justamente para que seja posteriormente avaliado”, escreveu.

Contudo, apesar da solicitação, a Prefeitura reforçou que a autorização para o serviço não pode ser feita de maneira individualizada e que a questão estava sendo estudada pelo Município.

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*Sob supervisão de Nicoly Souza