Troca de pneus com cobrança abusiva termina com cliente indenizada em Goiás (Foto: Banco de imagens)
Uma cliente levou o seu carro para troca de pneus e, na hora do pagamento, descobriu uma cobrança de R$ 18,4 mil. O valor considerou a troca de peças e a realização de serviços não autorizados pela consumidora. O caso ocorreu em Goiânia, Goiás.
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Ela ainda foi advertida de que, caso não pagasse o valor, o veículo ficaria retido na loja. Coagida, a mulher precisou realizar o pagamento via cartão de crédito.
Após o ocorrido, a consumidora foi até à delegacia, onde registrou boletim de ocorrência. A autora chegou a notificar a empresa para que apresentasse a nota fiscal dos serviços e produtos, porém, não obteve qualquer retorno.
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Fonte: Anuário Valor 1000. Crédito das imagens: Divulgação e Arquivo NSC Total
Bunge Alimentos (Agronegócio). Posição no ranking nacional: 15ª. Receita líquida em 2024: R$ 69,8 bilhões (-14,6% em relação a 2023)BRF (Alimentos e Bebidas). Posição no ranking nacional: 20ª. Receita líquida em 2024: R$ 61,3 bilhões (+14,5% em relação a 2023)WEG (Mecânica). Posição no ranking nacional: 21ª. Receita líquida em 2024: R$ 37,9 bilhões (+16,9% em relação a 2023)Aurora (Alimentos e Bebidas). Posição no ranking nacional: 61ª. Receita líquida em 2024: R$ 22,8 bilhões (+13,5% em relação a 2023)Grupo Pereira (Comércio Varejista). Posição no ranking nacional: 110ª. Receita líquida em 2024: R$ 13,2 bilhões (+13,6% em relação a 2023)Whirlpool (Eletroeletrônica). Posição no ranking nacional: 112ª. Receita líquida em 2024: R$ 12,9 bilhões (+12,6% em relação a 2023)Havan (Comércio Varejista). Posição no ranking nacional: 119ª. Receita líquida em 2024: R$ 11,7 bilhões (+25,5% em relação a 2023)Engie Brasil (Energia). Posição no ranking nacional: 125ª. Receita líquida em 2024: R$ 11,2 bilhões (+4,4% em relação a 2023)Tupy (Metalurgia e Siderurgia). Posição no ranking nacional: 131ª. Receita líquida em 2024: R$ 10,66 bilhões (-6,2% em relação a 2023)Celesc (Energia). Posição no ranking nacional: 132ª. Receita líquida em 2024: R$ 10,65 bilhões (+2,5% em relação a 2023)Grupo Koch (Comércio Varejista). Posição no ranking nacional: 151ª. Receita líquida em 2024: R$ 9,39 bilhões (+29,3% em relação a 2023)Cooperalfa (Agronegócio). Posição no ranking nacional: 160ª. Receita líquida em 2024: R$ 8,42 bilhões (+1,2% em relação a 2023)Tigre (Plásticos e Borracha). Posição no ranking nacional: 266ª. Receita líquida em 2024: R$ 4,82 bilhões (-1,6% em relação a 2023)Intelbras (Eletroeletrônica). Posição no ranking nacional: 270ª. Receita líquida em 2024: R$ 4,75 bilhões (+15,9% em relação a 2023)Grupo Dass (Indústria da Moda). Posição no ranking nacional: 273ª. Receita líquida em 2024: R$ 4,68 bilhões (+17,5% em relação a 2023)Coopercampos (Agronegócio). Posição no ranking nacional: 298ª. Receita líquida em 2024: R$ 4,18 bilhões (-4,8% em relação a 2023)Mexichem do Brasil (Plástico e Borracha). Posição no ranking nacional: 346ª. Receita líquida em 2024: R$ 3,54 bilhões (+16,4% em relação a 2023)Angeloni (Comércio Varejista). Posição no ranking nacional: 351ª. Receita líquida em 2024: R$ 3,46 bilhões (+8,5% em relação a 2023)Giassi (Comércio Varejista). Posição no ranking nacional: 356ª. Receita líquida em 2024: R$ 3,44 bilhões (+9,5% em relação a 2023)Copérdia (Agronegócio). Posição no ranking nacional: 388ª. Receita líquida em 2024: R$ 3,09 bilhões (-7,9% em relação a 2023)Metal Group (Metalurgia e Siderurgia). Posição no ranking nacional: 398ª. Receita líquida em 2024: R$ 2,97 bilhões (+15,9% em relação a 2023)Portobello (Materiais de Construção e Acabamentos). Posição no ranking nacional: 473ª. Receita líquida em 2024: R$ 2,40 bilhões (+9,9% em relação a 2023)Vitru (Educação). Posição no ranking nacional: 518ª. Receita líquida em 2024: R$ 2,14 bilhões (+9,1% em relação a 2023)Pamplona (Alimentos e Bebidas). Posição no ranking nacional: 524ª. Receita líquida em 2024: R$ 2,11 bilhões (+9,6% em relação a 2023)Granja Faria (Alimentos e Bebidas). Posição no ranking nacional: 532ª. Receita líquida em 2024: R$ 2,05 bilhões (+10,8% em relação a 2023)Tuper (Metalurgia e Siderurgia). Posição no ranking nacional: 544ª. Receita líquida em 2024: R$ 2,02 bilhões (-1,2% em relação a 2023)Casan (Água, Saneamento e Serviços Ambientais). Posição no ranking nacional: 559ª. Receita líquida em 2024: R$ 1,95 bilhão (+19,4% em relação a 2023)Schulz (Mecânica). Posição no ranking nacional: 561ª. Receita líquida em 2024: R$ 1,94 bilhão (+1% em relação a 2023)SCGás (Petróleo e Gás). Posição no ranking nacional: 567ª. Receita líquida em 2024: R$ 1,91 bilhão (-9,1% em relação a 2023)Guararapes Painéis (Materiais de Construção e Acabamentos). Posição no ranking nacional: 585ª. Receita líquida em 2024: R$ 1,81 bilhão (+23,9% em relação a 2023)Krona (Plástico e Borracha). Posição no ranking nacional: 622ª. Receita líquida em 2024: R$ 1,63 bilhão (-1,2% em relação a 2023)Scherer (Comércio Varejista). Posição no ranking nacional: 640ª. Receita líquida em 2024: R$ 1,58 bilhão (+8,5% em relação a 2023)Gomes da Costa (Alimentos e Bebidas). Posição no ranking nacional: 692ª. Receita líquida em 2024: R$ 1,47 bilhão (+15% em relação a 2023)Adami (Papel e Celulose). Posição no ranking nacional: 698ª. Receita líquida em 2024: R$ 1,43 bilhão (+6,2% em relação a 2023)Portonave (Transportes e Logística). Posição no ranking nacional: 702ª. Receita líquida em 2024: R$ 142 bilhão (+23,6% em relação a 2023)Cooperativa Auriverde (Agronegócio). Posição no ranking nacional: 721ª. Receita líquida em 2024: R$ 1,37 bilhão (-4,5% em relação a 2023)Lunelli (Indústria da Moda). Posição no ranking nacional: 737ª. Receita líquida em 2024: R$ 1,32 bilhão (+5,1% em relação a 2023)Coopercarga (Transporte e Logística). Posição no ranking nacional: 754ª. Receita líquida em 2024: R$ 1,28 bilhão (+8,7% em relação a 2023)Copobras (Plástico e Borracha). Posição no ranking nacional: 766ª. Receita líquida em 2024: R$ 1,27 bilhão (+9,4% em relação a 2023)Cassol (Comércio Varejista). Posição no ranking nacional: 792ª. Receita líquida em 2024: R$ 1,22 bilhão (+7% em relação a 2023)Porto Itapoá (Transportes e Logística). Posição no ranking nacional: 793ª. Receita líquida em 2024: R$ 1,22 bilhão (+88% em relação a 2023)Sker/Statkraft (Energia). Posição no ranking nacional: 815ª. Receita líquida em 2024: R$ 1,17 bilhão (+24,1% em relação a 2023)Ascensus Group (Transportes e Logística). Posição no ranking nacional: 843ª. Receita líquida em 2024: R$ 1,11 bilhão (+67,1% em relação a 2023)Master (Alimentos e Bebidas). Posição no ranking nacional: 852ª. Receita líquida em 2024: R$ 1,10 bilhão (+23,3% em relação a 2023)Unifique (TI e Telecom). Posição no ranking nacional: 889ª. Receita líquida em 2024: R$ 1,025 bilhão (+16,1% em relação a 2023)Multilog (Transportes e Logística). Posição no ranking nacional: 893ª. Receita líquida em 2024: R$ 1,023 bilhão (-1,2% em relação a 2023)Senior Sistemas (TI e Telecom). Posição no ranking nacional: 906ª. Receita líquida em 2024: R$ 976 milhões (+16,8% em relação a 2023)Vequis Trading (Comércio Atacadista e Exterior). Posição no ranking nacional: 912ª. Receita líquida em 2024: R$ 962,9 milhões (+21,6% em relação a 2023)Mueller (Eletroeletrônica). Posição no ranking nacional: 920ª. Receita líquida em 2024: R$ 947,5 milhões (+23% em relação a 2023)Lojas Koerich (Comércio Varejista). Posição no ranking nacional: 928ª. Receita líquida em 2024: R$ 937,1 milhões (+26,5% em relação a 2023)EQS Engenharia (Construção e Engenharia). Posição no ranking nacional: 958ª. Receita líquida em 2024: R$ 881,4 milhões (+9,3% em relação a 2023)Top Car Veículos (Comércio Varejista). Posição no ranking nacional: 960ª. Receita líquida em 2024: R$ 878,5 milhões (+11,4% em relação a 2023)Ventisol (Eletroeletrônica). Posição no ranking nacional: 978ª. Receita líquida em 2024: R$ 838,4 milhões (+18,8% em relação a 2023)
Empresa foi condenada a indenizar cliente por cobrança abusiva em troca de pneus
O juiz Vanderlei Caires Pinheiro, do 6º Juizado Especial Cível de Goiânia, arbitrou o valor de R$ 6 mil, por danos morais no caso. Além disso, a loja de pneus foi obrigada a restituir R$ 17.192,00, a título de danos materiais.
As empresas alegaram ciência prévia da autora e assinatura na ordem de serviço. No entanto, o juiz afirmou que não houve comprovação de que os serviços cobrados foram solicitados e previamente autorizados. Além disso, não foi apresentada justificativa para a troca das peças.
A cliente teria assinado um termo apenas no momento da retirada do veículo, quando foi coagida. O magistrado ressaltou, ainda, que laudo técnico apresentado pela autora foi conclusivo ao demonstrar a execução de serviços não autorizados, a cobrança por procedimentos não realizados e o superfaturamento de peças.
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O laudo apontou, por exemplo, “disparidade notória” entre o valor cobrado e o preço de mercado. Um terminal de direção que havia sido adquirido por R$ 65 pela empresa foi revendido por R$ 589 para a cliente. A conduta foi classificada pelo juiz como prática abusiva, vedada pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC).
Foram realizados, ainda, serviços como caster, desempeno da coluna dianteira, cambagem traseira, alinhamento traseiro, ajuste de caixa de direção, desempeno de roda e brunimento do pistão. Tais ações não constavam no pedido da cliente.