Motociclista envolvido em acidente que matou mãe solo em Florianópolis perde o movimento das pernas

Vítima ferida estava trabalhando como motorista de aplicativo; inquérito do acidente ainda não foi concluído

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Vítima ferida estava trabalhando como motorista de aplicativo para ajudar nas despesas da casa (Foto: Redes sociais, Reprodução)

Thiago Mendanha, corretor de imóveis envolvido na colisão que matou uma passageira de 32 anos na beira-mar norte, em Florianópolis, em julho, sofreu uma lesão na coluna e perdeu o movimento das pernas, apontaram os resultados da ressonância.

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A vítima ferida estava trabalhando como motorista de aplicativo para ajudar nas despesas da casa, após o nascimento da terceira filha. O motociclista sobreviveu ao acidente na Beira-Mar Norte, mas teve lesão irreversível na coluna.

Thiago perdeu o movimento das pernas e continua internado em estado grave na UTI do Hospital Celso Ramos. No dia 26 de julho, o homem estava transportando Jessyane Silva quando a motocicleta foi atingida por um carro. Segundo informações da Polícia Militar, o automóvel teria avançado o sinal vermelho do semáforo e colidido com a motocicleta.

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Jessyane morreu no local e o Thiago foi levado ao hospital em estado grave. Segundo informações da repórter Carol Fernandes, do Jornal do Almoço, Thiago foi encontrado em estado grave com traumatismo cranioencefálico (TCE) e fratura exposta.

A família de Thiago está aceitando doações. Carolina Martins Gonçalves, esposa da vítima, está de licença maternidade enquanto cuida dos três filhos do casal, entre eles uma bebê de 15 dias.

Carolina está buscando auxílio jurídico para responsabilizar o suspeito de provocar o acidente.

Inquérito ainda não foi concluído

A Polícia Civil ainda não concluiu o inquérito do acidente. O motorista suspeito de provocar o acidente, que teria furado o sinal vermelho e fugidodo local da batida, teve o pedido de prisão negado pela Justiça na última sexta-feira (31).

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O motorista suspeito ainda não foi indiciado e as investigações continuam. O juiz Mônani Menine Pereira aplicou algumas medidas cautelares ao suspeito, como a suspensão da carteira de habilitação por seis meses e a proibição de se aproximar da vítima que sobreviveu e de testemunhas.

Quem era mãe solo que morreu

Jessyane Silva, de 32 anos, morreu em 26 de jullho após ser atropelada na Avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis. Jessyane era mãe solo e voltava do trabalho quando o acidente aconteceu. Nas redes sociais, amigos e internautas lamentaram o ocorrido.

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“Descanse em paz amiga, vc era luz por onde passava, vai fazer falta”, disse uma conhecida da vítima.

“Uma pessoa muito querida e amada por todos ao redor… vai fazer muita falta Jessy”, comentou uma amiga.