Ciclone bomba faz governo federal adotar medida para notificar população sobre áreas com chances de desastres

Ciclone extratropical pode trazer chuva acima de 100 mm a partir desta quinta-feira (6) e região Sul deve ser a mais afetada

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Para informar a população, a Defesa Civil utilizará um sistema de avisos (Foto Banco de imagens) (1)

Para informar a população, a Defesa Civil utilizará um sistema de avisos (Foto: Banco de imagens)

A Defesa Civil Nacional emitiu um alerta para a chegada do ciclone bomba nesta quinta-feira (5). Segundo o órgão, as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil devem ser as mais afetadas pelo fenômeno. Para informar a população, a Defesa Civil utilizará um sistema de avisos.

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Segundo o órgão, a população das regiões afetadas devem se atentar aos mecanismos de alertas de emergência, como a Defesa Civil Alerta, SMS, TV por Assinatura, WhatsApp, Telegram e Google Public Alerts. A população também pode enviar um SMS com o CEP para 40199 ou mandar um WhatsApp para (61) 2034-4611.

Além disso, o sistema do Defesa Civil Alerta será usado durante as tempestades. Ele utiliza a rede de telefonia celular para enviar mensagens de texto e avisos sonoros para celulares em áreas de risco elevado.

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Como o alerta vai aparecer no celular

Os alertas aparecem de forma destacada na tela dos aparelhos e podem tocar mesmo em modo silencioso. Não é necessário cadastro prévio e o serviço é gratuito, com alcance de celulares compatíveis (Android e iOS lançados a partir de 2020) e cobertura de telefonia móvel com tecnologia 4G ou 5G.

O recurso não depende de pacote de dados e funciona mesmo se o usuário estiver ou não conectado ao Wi-Fi. A ferramenta busca orientar as pessoas sobre as medidas de proteção a serem tomadas. Dessa forma, os alertas terão informações sobre o tipo de risco que está prestes a acontecer e instruções práticas. Basta acompanhar os avisos que aparecem na tela do celular.

Ciclone bomba deve trazer ventos de 100 km/h e chuva de 100 mm

O aviso informa que o ciclone bomba deve começar a se formar nesta quinta-feira (6). O fenômeno recebe esse nome em razão da previsão de grandes impactos em curto período de tempo. De acordo com a Defesa Civil, a Região Sul será a mais afetada, com maior destaque para o Rio Grande do Sul, que está em alerta vermelho de grande perigo.

De acordo com a previsão, pelo menos até a próxima sexta-feira (7), a chuva poderá passar de 100 milímetros por dia, com ventos superiores a 100 km/h e queda de granizo no estado gaúcho. Os riscos envolvem alagamentos, danos em edificações, corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores, entre outros. Também há chance de tempestade em áreas de Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul, além de vendaval no litoral de São Paulo e na Região Sul.

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Quais são as recomendações da Defesa Civil em casos de chuva

Quando o ciclone deve atingir o Brasil?

No Brasil, os principais impactos devem acontecer entre os dias 6 e 8 de agosto, sendo que a Região Sul deve ser a mais impactada. Chuva, temporais, descargas elétricas, rajadas de vento e granizo devem ser esperados, já que a formação do ciclone favorece o avanço de uma frente fria.

No Oceano Atlântico, as rajadas poderão superar 100 km/h. O Rio Grande do Sul e Santa Catarina também devem ter rajadas superiores a 60 km/h entre os dias 6 e 8 de agosto.

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Nesta quinta-feira (6), a Defesa Civil emitiu um alerta para possibilidade de ciclone e marés de tempestades (ressacas) na região de Santa Catarina, agitando o mar entre sexta-feira (7) e domingo (9). O alerta é válido até às 15h de domingo.

Ciclone bomba é comum?

Ciclones extratropicais são fenômenos comuns nas latitudes médias, onde massas de ar frio e quente se encontram com frequência, segundo o g1. Entretanto, só uma parte deles se intensifica rápido o suficiente para ser classificado como ciclone bomba.

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Esses episódios são mais frequentes sobre os oceanos e durante os meses mais frios, atingindo principalmente as áreas no Atlântico Norte e no Pacífico Norte, especialmente perto da costa leste da América do Norte e do Japão. No Hemisfério Sul, os ciclones aparecem nas rotas de tempestades que atravessam o Atlântico Sul, o Índico e o Pacífico.