Fundador da Amazon e com fortuna de R$ 1,13 trilhão, Jeff Bezos avança para ser um dos donos de gigante do futebol mundial

Negociações estão bem avançadas e acordo pode ser anunciado em breve

Compartilhe:
O que já sabemos sobre a picape secreta de Jeff Bezos, possível concorrente do Cybertruck

Jeff Bezos em 2019 (Foto: Daniel Oberhaus, Wikimedia Commons)

O cenário de controle financeiro da Premier League pode estar prestes a passar por uma de suas transformações mais impactantes. O Fenway Sports Group (FSG), proprietário do Liverpool, avançou de forma significativa nas negociações para a venda de uma fatia minoritária do clube inglês para um consórcio de investidores globais de grande porte.

Continua após a publicidade

Os bilionários do esporte na lista dos 100 mais ricos dos Estados Unidos

Segundo informações do jornalista Fabrizio Romano, as conversas preveem a negociação de cerca de um terço (33%) do controle do clube de Anfield. Entre os nomes integrados ao projeto está o bilionário Jeff Bezos, fundador da Amazon, que já deu o sinal verde para fazer parte da empreitada.

De acordo com informações apuradas pelo jornal The Times, o sindicato de investidores é liderado por Amit Bhatia. O grupo também conta com a presença do brasileiro Eduardo Saverin, um dos cofundadores do Facebook.

Continua após a publicidade

As tratativas entre o consórcio e os executivos do FSG já duram cerca de três meses. A intenção é selar a entrada dos novos sócios para injetar capital e expandir a presença global da marca do clube.

Jeff Bezos pode assumir parte do Liverpool em breve

Segundo reportou o jornalista Mark Kleinman, na Sky Sports, as negociações estão bem encaminhadas nos bastidores. A expectativa é que o acordo seja finalizado em breve, marcando uma nova fase na gestão do Liverpool.

Segundo balanço da Forbes em abril de 2026, Jeff Bezos é a terceira pessoa mais rica do mundo na atualidade. Ele assumiu a posição pela primeira vez desde outubro, mesmo com uma leve queda de 1 bilhão de dólares (R$ 5,16 bilhões), acumulando uma fortuna de 223 bilhões de dólares (R$ 1,13 trilhão).

*Sob supervisão de Marcos Jordão