Um café colonial se tornou atração turística em uma cidade de Santa Catarina com apenas seis mil moradores. O motivo? São mais de 200 pratos entre doces e salgados. O negócio é familiar e começou apenas como uma simples padaria criada pelo pai do empresário Sandro Hoeppers, que decidiu expandir os horizontes e mostrar ao público as belezas — e delícias — de Vidal Ramos, no Alto Vale do Itajaí.
Um entusiasta do turismo, Sandro conta que hoje a maior parte do público é turista. Recebe gente de todas as partes de Santa Catarina. O morador local, revela ele, aparece em ocasiões especiais, principalmente quando recebe visitas. Fora isso, prefere o café raiz, no balcão da padaria mesmo. O Café Colonial Acacius abre dois sábados por mês, sempre com data anunciada previamente, e fica lotado.
A quantidade de gente é tanta que precisa fazer reserva com antecedência para garantir um lugar. Em apenas um dia, passam pelo salão mais de 500 clientes, segundo o empresário. Para dar conta, são cerca de 20 funcionários apenas para servir. Isso sem contar a força-tarefa para deixar tantos pratos prontos. Sandro diz que, quando o café colonial vai abrir no fim de semana, já na terça-feira começam os preparativos.
Sandro conta que a ideia surgiu quando a Padaria Mirim, criada pelo pai dele, ajudou a Apae a montar o café colonial durante as primeiras edições da Doce Festa, promovida em Vidal Ramos. De lá para cá, o negócio ganhou um espaço próprio. Com a divulgação pelas redes sociais, passou a atrair cada vez mais visitantes. Muitos deles chegam ao Alto Vale para conhecer as paisagens rurais e aproveitam para se deliciar.










