“A paciência acabou”: torcida organizada de gigante brasileiro exige demissão de treinador

Publicação dividiu opiniões nas redes sociais

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Não é a primeira vez que a principal torcida organizada do clube pede a saída de Abel Ferreira. (Foto: Mancha Verde/Instagram, Reprodução)

Uma postagem nas redes sociais na madrugada desta terça-feira (11) trouxe a público a insatisfação com o trabalho de um dos técnicos mais vitoriosos do país. A principal torcida organizada do clube cobrou a saída imediata do comandante.

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A publicação trouxe frases diretas em tom de cobrança: “a paciência acabou” e “fora” deram o tom do recado público da entidade. A manifestação partiu da maior torcida organizada do Palmeiras. O alvo da cobrança é o português Abel Ferreira, técnico que acumula marcas históricas no clube alviverde.

Desta vez, a posição da organizada não encontrou apoio unânime. Nos comentários da própria publicação, a torcida palmeirense se mostrou bastante dividida, com muitos torcedores criticando o posicionamento da organizada.

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Diversas reações ironizaram a cobrança. “Pelo visto a tabela tá de cabeça pra baixo”, apontou um palmeirense. Outros criticaram a postura da entidade: “Realmente o maior rival do Palmeiras é a própria torcida” e “parece piada” foram algumas das respostas com maior destaque na publicação.

A pressão pública joga ainda mais combustível na relação conturbada entre a organizada e a cúpula do clube. A Mancha Verde é rompida com a gestão da presidente Leila Pereira, que inclusive possui medidas protetivas na Justiça contra membros da diretoria da torcida.

Clássico na Copa do Brasil

O Palmeiras conheceu seu adversário nas quartas de final da Copa do Brasil. O sorteio oficial, que aconteceu nesta terça-feira, às 11h, colocou o Santos no caminho alviverde em busca de uma vaga na semifinal do torneio nacional.

O clássico já foi final da competição em 2015, quando o Palmeiras levou a melhor na decisão por pênaltis. À época, o confronto ficou marcado pela careta de Ricardo Oliveira ao marcar um dos gols do Peixe, que depois, com o título do rival, virou máscara e foi usada pelos palmeirenses para comemorar o título.

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*Sob supervisão de Marcos Jordão