O plano museológico para o Moinho Joinville foi apresentado pela Fiesc à prefeitura. Conforme a entidade empresarial, proprietária do imóvel centenário, o documento traz alternativas para a utilização da edificação, como espaços para exposições, atividades culturais e experiências imersivas. A utilização vai depender da modelagem a ser elaborada. O moinho foi um dos marcos da industrialização de Joinville no século passado.
Imagens da proposta
“Os próximos passos dependem de avaliações a serem conduzidas pelas instituições envolvidas e parceiros, considerando aspectos como viabilidade técnica, modelos de gestão e fontes de financiamento”, diz o presidente da Fiesc, Gilberto Seleme. O documento foi elaborado pela consultoria Expomus, com atuação desde 1981 em projetos museológicos no Brasil e no Exterior.
Tombado pelo patrimônio histórico municipal, o Moinho Joinville esteve em operação entre 1913 e 2013. Após a compra pela Fiesc em 2018, junto à Bunge. foi construída a Escola Sesi de Referência no terreno, com aulas desde 2024. O prédio histórico junto ao rio Cachoeira passou por reforma da fachada e cobertura. Neste momento, o novo paisagismo no entorno está em obras, com conclusão nas próximas semanas.
A Fiesc informou que foram avaliadas experiências internacionais de revitalização de patrimônio industrial, de antigos moinhos e silos que foram transformados em espaços culturais. A restauração do interior do Moinho Joinville será realizada após a definição dos usos do imóvel: a reforma vai acompanhar as futuras atividades. O terreno do complexo do antigo moinho e da escola Sesi tem 53 mil metros quadrados.

















































