Filha de Michael Jackson quebra mito sobre morar em parque de diversão Neverland na infância e revela regras rígidas do pai

Filha do Rei do Pop relembrou infância no rancho e revelou regras

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Rancho Neverland foi a casa e o parque de diversões privado de Michael Jackson de 1988 a 2005 (Foto: Redes Sociais, Reprodução)

Aos 28 anos, a cantora e modelo Paris Jackson abriu o jogo sobre como era, de fato, crescer no rancho Neverland, uma das propriedades mais famosas do mundo pop. Durante participação no podcast Call Her Daddy, apresentado por Alex Cooper, a filha de Michael Jackson desfez a ideia de que ela e os irmãos viviam em um parque de diversões permanente e revelou que a rotina na propriedade tinha disciplina e regras rígidas.

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De acordo com Paris, a permanência da família no famoso rancho na Califórnia ocorreu apenas nos primeiros anos de sua vida. Diferente da percepção popular de que as crianças tinham acesso livre aos brinquedos e ao zoológico particular do local, a rotina diária deles tinha como prioridade os estudos e responsabilidades domésticas.

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“Nós acordávamos e íamos direto para a sala que servia como nossa sala de aula”, relembrou a artista, que estudava no modelo homeschooling, que é educação domiciliar. Ela explicou ainda que havia uma regra muito clara estabelecida por Michael Jackson sobre o uso do espaço.

“A linha condutora ao longo da minha infância era: uma linha bem coerente ao longo da minha infância que começou lá e continuou para onde quer que a gente fosse: se você se comportar, fizer suas tarefas de casa, seus deveres e tudo o que precisa fazer, no fim de semana você pode ver alguns animais, ir aos brinquedos do parque ou ao cinema”, contou;

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Atrações eram destinadas a crianças carentes

Paris enfatizou que o pai fazia questão de deixar claro que os brinquedos e o complexo de entretenimento do rancho não pertenciam aos filhos e que o objetivo principal do local, segundo ela, era receber jovens em situação de vulnerabilidade social ou com doenças em estágio terminal que não tinham oportunidade de visitar parques como a Disney.

“Foi deixado muito claro que todas as atrações não eram para nós. Não nos pertenciam. Aquilo era para crianças desfavorecidas e doentes terminais”, afirmou.

Para o podcast, Paris contou que a disciplina imposta no rancho continuou mesmo após a família deixar a propriedade e mesmo durante o período em que mudavam frequentemente de cidade e moravam em hotéis, a lógica de recompensas permaneceu. O acesso a locais de lazer, como parques ou fliperamas, só ocorria no fim de semana se o desempenho escolar e o comportamento fossem aprovados.

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Restrições a telas e à televisão

Além do controle sobre as atrações do rancho, o acesso a televisões também era monitorado. Paris revelou que ela e os irmãos, Prince e Bigi não tinham permissão para assistir à televisão ou a filmes durante a semana.

A exceção ocorria quando o consumo fazia parte do aprendizado e, nesses casos, o conteúdo era exibido sem som para que eles estudassem as táticas de iluminação, enquadramento e linguagem cinematográfica, ou liberado aos finais de semana após o cumprimento de todas as obrigações diárias.

“Se não fosse assim, eu provavelmente teria me tornado uma pessoa babada”, refletiu.

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