O governo Dilma 2 foi um desastre: recessão profunda, com retração acumulada de quase 7% do PIB no biênio 2015-2016, disparo do desemprego, forte alta dos juros básicos (Selic em 14,25% ao ano) e descontrole inflacionário. Fruto da crise fiscal em um modelo de crescimento, de novo, baseado no gasto público.
Houve, também, o controle artificial de preços em tarifas públicas e combustíveis. Se tentou, ainda, um ajuste fiscal que o próprio PT foi contra e não avançou.
Deu no que deu.
O Brasil registrou, assim, a maior recessão da história republicana. O PT diz que tudo isso é culpa da Lava Jato. “O inferno são os outros”, já nos ensinou Sartre.
Agora, com a economia diminuindo o ritmo de crescimento sob Lula 3 em seu último ato desta gestão, é impossível não ter um sentimento de déjà vu.
Afinal, o modelo é o mesmo. O PT entende que o crescimento do país está centrado no gasto público.
No terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a dívida bruta do setor público brasileiro cresceu cerca de 10,2 pontos percentuais do PIB até a metade de 2026. O indicador passou de 71,7% do PIB em dezembro de 2022 para 81,9% do PIB em junho de 2026, alcançando aproximadamente R$ 10,8 trilhões, segundo dados do Banco Central.
Oferta de crédito, subsídios, gasto elevado com programas sociais, aumento do salário mínimo acima da inflação. O combo da crise fiscal. O juro de 14% é culpa do gasto desenfreado de Lula 3. O Banco Central apenas mantém nesse patamar para conter a inflação e porque não há mostras de equilíbrio fiscal. Sem perspectiva de controle de contas, o juro não baixa o suficiente.
Assim, o endividamento das famílias brasileiras atingiu o recorde de 82% em julho de 2026, as recuperações judiciais cresceram 66% entre o segundo trimestre de 2023 e o segundo trimestre deste ano. A economia brasileira anda de lado, com viés de baixa.
Já vimos esse filme com Dilma Rousseff.
