Emergência 53: quando serão lançados os episódios finais da série do Globoplay

Nova aposta médica do streaming da Globo tem dez episódios e acompanha profissionais de uma unidade de atendimento de urgência pelas ruas

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Emergência 53 quando serão lançados os episódios finais da série da Globoplay

Emergência 53 acompanha a rotina de uma equipe de atendimento de urgência móvel (Foto: Globo, Divulgação)

A primeira temporada de Emergência 53, nova série médica do Globoplay, terá dez episódios ao todo. A produção acompanha a rotina de uma equipe de atendimento de urgência móvel e aposta em uma abordagem diferente de outras obras do gênero ao concentrar a ação nas ruas, antes da chegada dos pacientes ao hospital.

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Criada por Claudio Torres, Marcio Maranhão e Andrucha Waddington, a série tem entre seus responsáveis nomes que também trabalharam em Sob Pressão. A história acompanha a chegada da enfermeira novata Manuela (Valentina Herszage) à Unidade 53, serviço fictício inspirado no funcionamento do SAMU.

Os cinco primeiros episódios foram disponibilizados pelo Globoplay na quinta-feira (20). Já os cinco capítulos finais chegam à plataforma na próxima quinta-feira (27), completando a primeira temporada.

A produção acompanha a rotina da equipe comandada pela médica Irene (Yara de Novaes), que trabalha ao lado da Dra. Glória (Heloísa Jorge), do Dr. Pedro (Emílio Dantas), dos enfermeiros Vanessa (Raquel Villar) e Átila (William Nascimento) e dos motoristas Duda (Ana Hikari) e Vandam (Jaffar Bambirra).

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Além dos atendimentos de emergência, cada episódio também explora os dramas pessoais dos profissionais. Um dos principais núcleos é justamente o de Irene, que precisa conciliar a pressão do trabalho com a preocupação com a mãe, Dona Laura (Fernanda Montenegro), que enfrenta uma doença degenerativa grave.

A proposta da série é acompanhar situações de emergência ainda durante o deslocamento das equipes. As chamadas chegam pelo telefone e os profissionais precisam enfrentar diferentes situações nas ruas para tentar salvar vidas.

Segundo Andrucha Waddington, a ideia é mostrar a realidade do atendimento público de urgência e colocar os profissionais diante de situações extremas. “Diferentemente de outras obras médicas, os casos não vão até o hospital”, explicou o diretor.