A gaúcha Isabel Cristina Jardim, de 51 anos, está desaparecida desde o início de julho em Florianópolis após discutir com a sobrinha durante uma visita. Segundo os familiares, uma série de contradições ditas pela sobrinha, incluindo o dia em que as duas teriam tido o último contato, além de um telefone que teria sido quebrado, trazem cada vez mais preocupação sobre o paradeiro da mulher.
O último local em que Isabel teria sido vista foi no bairro Canasvieiras, onde a sobrinha da mulher, que trabalha como empregada doméstica e é natural de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, mora. A família, que já tentava contato com Isabel há dias, afirma que a sobrinha relatou que teria discutido com Isabel e que, durante essa briga, a tia teria jogado o celular na parede, o que teria quebrado o aparelho e deixado a mulher incomunicável, mas que não tinha mais contato com ela.
Com os questionamentos da família, a sobrinha disse que Cristina recebeu dinheiro para voltar para Uruguaiana, mas ninguém teve notícias do paradeiro da mulher. Dessa forma, os familiares iniciaram divulgações para mobilizar as buscas pela gaúcha.
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Depois disso, a sobrinha teria apresentado uma captura de tela de uma corrida de aplicativo do dia 30 de julho que teria sido feita por Isabel. No entanto, anteriormente, a sobrinha havia dito que Isabel tinha desaparecido no início de julho. A mulher, então, começou a apresentar diferentes versões sobre o caso, em que dizia que Isabel tinha sido vista por último no dia 5 de agosto, mas não registrou boletim de ocorrência, conforme relato.
Segundo a família, os áudios da sobrinha e prints foram entregues pela Polícia Civil, junto com um boletim registrado no dia 17 de agosto em Uruguaiana. Uma ocorrência também foi aberta em Santa Catarina, segundo os familiares.
O NSC Total entrou em contato com a Polícia Civil de Santa Catarina para saber se o caso está sendo investigado no Estado, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria.
À reportagem, a família afirmou que Isabel e a sobrinha já tinham tido atritos no estado gaúcho.
“A Isabel é aquela pessoa pura de coração, tem um filho especial. Ela sempre foi grudada com a finada mãe dela, e com o filhinho. Ela foi viajar para visitar a sobrinha, deixou ele [o filho] com o pai e família paterna”, disse uma familiar.



