Dolly Parton morreu aos 80 anos nesta terça-feira (25), nos Estados Unidos. A notícia foi anunciada pelo sobrinho da cantora, Bryan Seaver, nas redes sociais. A morte aconteceu apenas quatro dias depois de a artista falar publicamente sobre os problemas de saúde que enfrentava.
Em entrevista à People publicada na sexta-feira (21), Dolly contou que vinha lidando com questões de saúde às quais não havia dado a devida atenção enquanto cuidava do marido, Carl Dean, que morreu em março de 2025. Ela lembrou que já havia enfrentado problemas anteriormente, incluindo um período difícil no início dos anos 1980.
Mesmo com as dificuldades, a cantora afirmou que continuava trabalhando. “Mesmo ainda me recuperando, continuo trabalhando!”, declarou. Em seguida, falou sobre os projetos que ainda queria realizar.
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“Eu me coloquei em uma situação difícil com meus sonhos e ainda tenho tantas coisas que quero realizar, então vou continuar trabalhando enquanto puder para ver tudo se concretizar”, afirmou.
A entrevista ganhou um significado ainda maior após a morte da artista. Na mesma conversa, Dolly também comentou que sua saúde vinha sendo muito discutida nas redes sociais e brincou que havia se tornado a “Rainha da Inteligência Artificial” por causa da quantidade de informações falsas circulando sobre ela.
Nos meses anteriores, a cantora já havia reduzido alguns compromissos profissionais. Em maio, cancelou uma residência em Las Vegas e afirmou que estava respondendo bem aos medicamentos e tratamentos. Mesmo assim, continuava envolvida em novos projetos e falava sobre o desejo de seguir trabalhando.
A relação de Dolly com seus sonhos era antiga. Em uma entrevista anterior à People, ela afirmou que esperava viver o suficiente para realizar tudo o que ainda desejava. “Acordo com novos sonhos o tempo todo”, disse.
Em novembro de 2025, ao falar sobre a chegada aos 80 anos, a cantora também rejeitou a ideia de desacelerar por causa da idade. “Sinto que estou apenas começando”, afirmou.
Nascida em 1946, no Tennessee, Dolly cresceu em uma família pobre de 12 filhos e começou a cantar ainda criança. Ao longo de quase seis décadas de carreira, tornou-se uma das maiores estrelas da música country, com sucessos como Jolene, 9 to 5 e I Will Always Love You.





