Na Globo, Lula defende inocência de Lulinha: “Conversas no telefone não justificam nada”

Atual presidente foi o quarto candidato à Presidência a participar da série e entrevistas com os jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli

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Lula participou de sabatina promovida pela Globo com candidatos à Presidência (Foto: Globoplay, Reprodução)

O presidente Lula (PT), candidato à reeleição nas Eleições 2026, defendeu a inocência de seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, em entrevista ao Jornal Nacional, da rede Globo, na noite desta quinta-feira (27). O petista foi o quarto entrevistado da série de sabatinas promovida nesta semana pela emissora, com os jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli.

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“São ilações, ilações, ilações. Tiradas de telefonemas. Eu conheço isso muito bem, porque já vivi isso”, disse.

Lula disse que não fará movimentos para poupar seu filho, enquanto presidente. Questionado sobre conversas encontradas no telefone de Lulinha, Lula disse que isso “não justifica nada”.

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O fato de ter pego conversa no telefone não justifica absolutamente nada. Até agora não existe uma prova de um centavo público. Até agora não tem uma prova de uma conversa do meu filho com qualquer ministro. E eu tenho certeza de que não fez”, declarou Lula.

Lula nega que ofereceu “qualquer cargo” a lobista do INSS

Lula também negou ter oferecido qualquer cargo no governo à lobista Roberta Luchsinger, investigada por suspeita de participação no esquema de fraudes do INSS.

A fala ocorreu quando Lula foi questionado sobre uma mensagem encontrada no celular da lobista de que ele teria oferecido um cargo para ela no governo.

É de uma imbecilidade. Eu não conheço essa moça, nunca vi essa moça na minha vida, não conversei com essa moça, ela nunca esteve próxima de mim”, disse Lula.

“Parecia que eu estava no Ministério Público”

Após César Tralli e Renata Vasconcellos encerrarem perguntas sobre investigações envolvendo Lulinha e fraudes no INSS, o presidente sorriu e disse que “parecia que estava no Ministério Público”.

“Candidato, vamos falar de contas públicas e ajuste fiscal”, disse Renata, ao trocar de assunto.

“Eu acho que tá na hora de falar, porque tava parecendo que eu tava no Ministério Público”, respondeu Lula, rindo em seguida.

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