Uma “cola” escrita à caneta na mão de Flávio Bolsonaro (PL) chamou a atenção dos espectadores, durante entrevista ao Jornal Nacional, da rede Globo, na noite desta sexta-feira (28). Na palma da mão esquerda, é possível ver anotadas as palavras: “Mudança”, “futuro” e “7/set”.
O senador foi o quinto entrevistado da série de sabatinas promovida nesta semana pela emissora, com os jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli.
Veja imagens da entrevista de Flávio no JN
Flávio falou sobre relação com Daniel Vorcaro
Na entrevista, ele falou sobre sua relação com Daniel Vorcaro e minimizou a falta de prestação de contas do dinheiro do banqueiro dono do Master no filme Dark Horse, sobre a vida de Jair Bolsonaro.
“Além de não ter um centavo de dinheiro público, o patrocinio que foi feito, que a produtora usou para fazer o filme, foi mais do que foi esse patrocínio realizado. Ou seja, o recurso foi todo investido na produção do filme“, disse Flávio.
“Eu não estou questionando as urnas eletrônicas”
O senador também voltou atrás sobre o que pensa em relação às urnas eletrônicas e disse que vai respeitar o resultado. Ele foi questionado sobre a ocasião em que atacou a credibilidade do sistema eleitoral, em reunião com diplomatas.
“A minha fala foi falando sobre um assunto que tava acontecendo no momento fora do Brasil. Eu sou bem claro ao falar assim: eu não estou questionando as urnas eletrônicas. E realmente eu disse que a empresa que fez as urnas eletrônicas no Brasil era uma empresa venezuelana. Falei errado, ela não fabricou as urnas, ela apenas participou dos processos ao longo do processo eleitoral”, disse Flávio.
Homenagem a miliciano Adriano da Nóbrega
Flávio Bolsonaro foi questionado sobre a homenagem que prestou ao miliciano Adriano da Nóbrega, em 2003 e 2005, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O senador respondeu dizendo que Nóbrega “era um policial exemplar”, na época.
Por que empregar a família de um chefe de um grupo de matadores?”, questionou Renata.
“Na época ele não era isso. Na época ele era um policial exemplar que estava preso injustamente. Foi quando eu conheci os familiares dele, a mãe principalmente, que participava de um movimento de defesa, de mães e mulheres de militares. Como sempre foi minha bandeira a defesa dos policiais, os bons policiais, eu achei por bem trazer ela para trabalhar comigo. Trabalhava direitinho sem problema nenhum“, disse Flávio.


















