Febre por emprego: 5 mil candidatos aparecem para disputar vagas na Havan em Goiás

Cinco mil candidatos disputaram 200 vagas na nova Havan de Caldas Novas, uma média de 25 pessoas por oportunidade.

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Unidade abriu as portas no sábado (29). (Fotos: Divulgação)

Uma verdadeira corrida por emprego chamou atenção em Caldas Novas, Goiás. Para preencher 200 vagas na nova unidade da Havan, cinco mil candidatos apareceram. Isso significa que 25 pessoas disputaram cada oportunidade de trabalho.

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O número foi divulgado pelo empresário Luciano Hang no sábado (29), durante a inauguração da primeira loja da Havan em Caldas Novas, a quinta no estado de Goiás e a 196º no Brasil. “Vamos mudar a vida de vocês. A partir de hoje, vocês fazem parte da melhor equipe do mundo”, disse o empresário à equipe.

A loja, na cidade de aproximadamente 108 mil moradores, é fruto de um investimento de R$ 100 milhões. A inauguração faz parte do plano de expansão da empresa, cuja meta é chegar a 200 unidades ainda em 2026.

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A Havan é uma das 10 melhores empresas para se trabalhar no país. O certificado é concedido pela Great Place to Work (GPTW), após pesquisa anônima de clima organizacional com os funcionários. Um dos chamarizes da empresa é o Programa de Participação de Resultados (PPR), pago duas vezes ao ano.

Escala 6×1 é “medida eleitoreira”

Ainda durante a inauguração em Caldas Novas, o empresário Luciano Hang classificou como “medida eleitoreira” a proposta de acabar com a escala 6X1, que tramita no Senado.

Ele disse ainda que, para uma empresa do porte da Havan, que se aproxima de 25 mil funcionários e projeta faturar R$ 22 bilhões este ano, o custo com a contratação de mais mão de obra, caso tenha de aderir à escala 5×2, deve crescer 15%. Frisou também que esse aumento deve se refletir, consequentemente, no preço das mercadorias.

“Ah mas eu vou trabalhar 5×2 e ganhar a mesma coisa. Ok. Mas se você ganha a mesma coisa e os produtos vão subir entre 10% e 15%, vocês vão ter poder de compra menor. Então sabe o que vocês vão ter que fazer já que não poderão trabalhar mais do que cinco dias aqui na Havan? Vão arranjar um subemprego. Ou seja, vão ter que trabalhar mais para comprar o que estão comprando hoje. Isso é estelionato eleitoral”, disse o empresário.

Linha do tempo mostra como Havan se tornou gigante do varejo