Ex-bailarina formada no Bolshoi e considerada a segunda mulher mais rica do Brasil com fortuna de R$ 13,4 bilhões, Luana Lopes Lara afirmou que quer trazer a Kalshi para o país. A plataforma permite aos usuários fazerem apostas sobre qualquer tipo de acontecimento. No momento, esse formato é proibido em solo nacional.
A Kalshi foi criada 2018 nos Estados Unidos em uma parceria entre Luana e Tarek Mansour, que se conheceram enquanto estudavam no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). De acordo com a Forbes, a empresa atingiu uma valorização de 22 bilhões de dólares em maio deste ano.
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Luana foi entrevistada pela revista Forbes e afirmou que, apesar da atual proibição do modelo da Kalshi no Brasil, ela quer trabalhar com o governo para que a empresa possa operar no seu país natal.
“Acho que ninguém discorda que os mercados preditivos são objetivamente melhores do que as alternativas, como as casas de apostas. No nosso modelo de negócios, nós não ganhamos nada quando alguém perde uma aposta. Nós só cobramos uma taxa de transação. É uma questão de explicar ao governo e educar o público sobre como essa é uma alternativa melhor. Queremos trabalhar com o governo para conseguir trazer essa inovação ao país”, disse Luana à Forbes.
A brasileira ainda afirmou que gostaria muito que o Brasil fosse a primeira operação da Kalshi fora dos Estados Unidos, entretanto, também explicou que há negociações com outros países da América Latina e também da Ásia.
Em entrevista, a Forbes questionou Luana se o país pode lucrar com a entrada do mercado preditivo. Eis que a brasileira respondeu que o aspecto mais importante seriam “os dados de previsão que podem ser extraídos dele. Isso é ainda mais verdadeiro em países em que a economia é mais volátil. O melhor que os mercados preditivos podem fazer por qualquer país é fornecer acesso a boas previsões”, respondeu.
Ainda não há previsão de quando a ex-bailarina e segunda mulher mais rica do país poderá trazer a empresa ao Brasil.









