O meia Philippe Coutinho, de 34 anos, deu o “sinal verde” para acertar com o Santos nesta reta final da janela de transferências. Isso apenas 13 dias após o clube quitar uma dívida de R$ 12 milhões e derrubar o transfer ban da Fifa, gerando curiosidade sobre como o Peixe consegue bancar tantas contratações de uma só vez.
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Segundo apuração do jornalista Diogo Dantas, do jornal O Globo, as conversas por Coutinho avançaram após aproximação inicial da NR Sports, empresa da família do atacante Neymar. Livre no mercado desde que deixou o Vasco, em fevereiro, o meia projeta estar à disposição em até 15 dias, mirando uma possível estreia contra o Flamengo no dia 8 de outubro, na Vila Belmiro.
Corte drástico de R$ 7 milhões na folha salarial
A justificativa oficial da diretoria para conseguir contratar Coutinho, Rodinei, Arthur, Lima e Everton Cebolinha foi detalhada pela coluna do jornalista Bruno Lima, do UOL. Para abrir espaço no orçamento, o Santos promoveu uma economia de cerca de R$ 7 milhões mensais na folha de pagamentos entre os meses de março e setembro.
Essa redução significativa foi obtida com a saída de dez jogadores do elenco, entre rescisões contratuais, empréstimos e vendas. Deixaram a Vila Belmiro nomes como Tiquinho Soares, Tomás Rincón, Zé Rafael, Mayke e João Basso, permitindo o remanejamento das verbas salariais para as novas contratações sem inflar a folha global.
Contratos curtos
Outro pilar da estratégia santista revelado pelos dirigentes é que todos os reforços chegaram livres no mercado ou por empréstimo, sem custo de compra entre clubes. O “trunfo” foi a assinatura de contratos curtos de apenas quatro meses — válidos até o fim da temporada de 2026 —, modelo aplicado em acordos como os de Arthur, Lima, Cebolinha e do próprio Coutinho.
*Sob supervisão de Marcos Jordão







