Mulher mais rica do Brasil com fortuna de R$ 130 bilhões, viúva tem vida discreta, mas já brigou por herança com filho

Vicky Sarfati Safra tem a segunda maior fortuna do Brasil, com patrimônio ligado ao Banco Safra; bilionária se dedica à filantropia

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Mulher mais rica do Brasil tem patrimônio de R$ 130 bilhões e leva vida discreta (Foto: Wikipedia Commons; Reprodução)

Aos 74 anos e considerada a mulher mais rica do Brasil, a bilionária Vicky Sarfati Safra leva uma vida discreta e voltada à filantropia. Viúva de Joseph Safra, fundador do Banco Safra, ela e seus filhos totalizam um patrimônio de R$ 130,6 bilhões, segundo a Forbes.

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O patrimônio da família cresceu em 2026, com alta de 8,38%. Ela é a segunda pessoa mais rica do país, sendo a única mulher no Top 10. De origem grega, Vicky se casou com Joseph aos 17 anos e teve quatro filhos. O marido chegou a ser o banqueiro mais rico do mundo e faleceu em 2020.

A esposa, por sua vez, vive longe dos holofotes e administra a Vicky and Joseph Safra Philanthropic Foundation, fundação filantrópica que patrocina saúde, educação e artes pelo mundo. Além disso, não mora no Brasil: sua residência é em Crans-Montana, nos alpes suíços.

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Mesmo assim, a viúva é proprietária de uma mansão com mais de 11 mil metros quadrados no Morumbi, Zona Sul de São Paulo. A residência tem mais de 130 cômodos, distribuídos em cinco andares.

Veja imagens da mansão Safra em São Paulo

Família de mulher mais rica do Brasil “brigou” na Justiça por herança

Em 2023, a família Safra esteve envolvida em uma disputa judicial sobre a fortuna de Joseph. Um de seus filhos, Alberto Safra, processou a mãe e dois irmãos na Suprema Corte do Estado de Nova York, nos Estados Unidos.

No processo, ele acusou os familiares de diluir propositadamente a sua participação na holding do Safra National Bank. A medida seria um esforço para expulsá-lo do império da família.

Alberto diz na ação que sua mãe, Vicky, e os irmãos Jacob e David se envolveram em atos de improbidade corporativa para prejudicar os interesses dele na empresa. O herdeiro renunciou ao conselho de administração do banco em 2019.

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Em 2021, Alberto e a família chegaram a se aproximar de um acordo sobre o testamento de seu pai, para evitar litígios sobre a fortuna. Em julho de 2024, a família anunciou o fim do conflito judicial com um acordo.

“Estamos satisfeitos em deixar esse assunto para trás e reafirmar nossos laços familiares. A resolução que alcançamos nos permitirá perseguir nossos respectivos interesses empresariais de maneiras que ajudem a garantir que o sucesso de cada membro da nossa família seja motivo de satisfação compartilhada”, disse a famíia em comunicado.