A Stellantis anunciou a criação de 1,2 mil novos postos de trabalho em Minas Gerais e outros 300 no Rio de Janeiro. O grupo não revela, mas por trás de tamanho anúncio, estão dois carros que serão produzidos no Brasil.
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O presidente do grupo Stellantis para a América do Sul, Emanuele Cappellano, destacou que são R$ 32 bilhões em investimentos anunciados para a região, sendo que entre 2025 e 2030, a Stellantis lançará 40 novos produtos e 8 powertrains, além de implementar a tecnologia Bio-Hybrid em seus veículos. As oportunidades de emprego podem ser consultadas no site da Stellantis.
Para começar, a picape média Fiat Titano deixará de ser feita no Uruguai e será produzida na Argentina, como parte de um investimento de 385 milhões de dólares no Polo Automotivo de Córdoba.
Em Betim (MG), a Fiat conta com 16 mil funcionários, e é onde são fabricados o Argo, Mobi, Pulse, Fastback, Strada e Fiorino.
Fiat e Jeep inéditos
Além de novas opções híbridas, que começam com sistemas leves produzidos em Betim, até 2030 vários modelos serão renovados e substituídos, como o novo Panda, também com produção na planta mineira e que vai substituir Mobi e Argo, fora as atualizações esperadas de Strada, Pulse e Fastback.
De oficial, a Stellantis só antecipou que a planta fluminense, onde são produzidos modelos da Citroën, será multimarca. Hoje, a fábrica conta com 1,8 mil colaboradores e produz três veículos: C3, C3 Aircross e Basalt.
O que se especula é que de lá sairá da linha de produção um novíssimo Jeep, chamado Avenger, menor que o Renegade e que aproveitará a moderna plataforma CMP, da antiga PSA. A previsão é que comece a ser feito em 2026, e terá à sua disposição uma boa gama de motores, incluindo novos híbridos e híbridos-leves.
Veja imagens dos novos modelos
Nova marca de elétricos
Por falar em eletrificação, o grupo Stellantis também se prepara para estrear no Brasil este ano a marca chinesa de elétricos Leapmotor. Um quase certo a vir é o elétrico C10, um SUV médio.
Já o T03 já foi ventilado e depende da estratégia da marca, porque seria um concorrente do BYD Dolphin Mini, que tem preços realmente competitivos.
Por Lucia Camargo Nunes da @viadigitalmotorsoficial
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