Bom dia! Está servido o Café com Ânderson desta sexta-feira, 24 de julho de 2026. Leia abaixo:
Presidenciável
Flávio Bolsonaro será confirmado como candidato à Presidência da República. Desgastado por conta dos episódios envolvendo sua relação com Daniel Vorcaro, o presidenciável ganhou um novo “respiro” com o “acordo de paz” com Michelle Bolsonaro, nesta quinta-feira.
Porém…
O principal problema de Flávio, do ponto de vista político, será a ausência de partidos de peso na convenção. Progressistas, União Brasil e Republicanos, que eram esperados no projeto, devem ficar neutros.
Com Milei
Assim como o governador Jorginho Mello (PL), quem também é esperado em São Paulo, neste sábado (25), para a convenção de Flávio Bolsonaro (PL), é o presidente da Argentina, Javier Milei. Será a terceira vez que o governador catarinense e o presidente argentino se encontram desde que Milei tomou posse, no fim de 2023.
Ao Senado
A Missão decidiu lançar uma candidatura ao Senado em Santa Catarina. O escolhido é Tulio de Amorim, que disputaria uma cadeira de deputado, mas foi convencido pelos aliados a mudar de planos.
Fila aumenta
Com o candidato da Missão, passam a ser 13 os candidatos ao Senado. Em 2018, quando também havia duas cadeiras em disputa, foram 14 nomes.
O vice
Ao governo, Marcelo Brigadeiro foi confirmado como candidato ao governo do Estado pela Missão. A surpresa está na vaga de vice, que ficou com o coronel Marcelo Rodrigues. Inicialmente, Lucas Carlin, empresário e militar, havia sido anunciado.
A chapa esquenta
O prefeito de Blumenau, Egídio Ferrari (PL), já havia demonstrado que não pretendia mais fazer nenhum esforço político em direção ao ex-prefeito de Blumenau e ex-aliado Mário Hildebrandt. Inicialmente, decidiu apoiar o colega de Polícia Civil Ulisses Gabriel para a disputa de uma cadeira na Alesc. Agora, fez uma crítica que caiu como uma bomba na maior cidade do Vale do Itajaí.
Vídeo
Em um vídeo no qual fala sobre a rescisão do contrato da obra de uma ponte em Blumenau, Egídio disparou: “Quem passou antes de mim meteu a mão nos cofres públicos da Prefeitura de Blumenau”. Mário ainda não se manifestou sobre a declaração, mas tem negado qualquer relação com as investigações feitas pelo Gaeco sobre contratos na cidade.
Decreto
Assinado nesta quinta-feira (23), um decreto do governo do Estado reorganizou a gestão da transparência em Santa Catarina, centralizando os fluxos de atendimento ao cidadão na Secretaria de Estado da Casa Civil (SCC). A pasta, por meio da Ouvidoria-Geral do Estado, passa a ser formalmente responsável por gerir o Serviço de Informações ao Cidadão (SIC) e coordenar a Comissão Mista de Acesso à Informação (CMAI), organizando as respostas às solicitações feitas com base na Lei de Acesso à Informação (LAI).
Pedidos de informação
O decreto altera o caminho que o cidadão deve percorrer caso tenha um pedido de informação negado ou fique sem resposta pelos órgãos estaduais. Se o órgão inicial negar ou ignorar o pedido, o requerente agora poderá recorrer diretamente ao titular da Casa Civil. Caso a negativa persista, ainda caberá recurso, em última instância, à Comissão Mista de Acesso à Informação (CMAI), na qual a Casa Civil também detém o voto de desempate.
Portais
O texto define com clareza a divisão de tarefas entre a fiscalização e o atendimento, de responsabilidade da Casa Civil, e a infraestrutura tecnológica dos dados abertos. A Controladoria-Geral do Estado (CGE) fica encarregada exclusivamente de gerenciar, manter e aprimorar os Portais da Transparência. Para garantir o funcionamento técnico, a CGE ganhou poderes para solicitar a integração de sistemas e documentos de qualquer órgão do Executivo estadual.
Monitoramento e transparência
O governo instituiu também a figura da Autoridade de Monitoramento da Transparência Passiva e padronizou os canais estaduais de ouvidoria. Cada secretaria ou autarquia estadual é obrigada a designar um agente público diretamente subordinado ao seu dirigente máximo para monitorar, internamente, o cumprimento dos prazos e procedimentos da LAI. Além disso, o decreto proíbe a criação de ouvidorias independentes ou de sistemas paralelos no Estado, exigindo a unificação total no Sistema Administrativo de Ouvidoria.
