Bom dia! Está servido o Café com Ânderson de 31 de julho de 2026, sexta-feira. Leia abaixo:
Desistência e apoio
O candidato ao governo de SC pelo Agir, Hélio Vaz, decidiu se retirar da disputa. Ele confirmou à coluna, na manhã desta sexta-feira (31), que vai apoiar o governador Jorginho Mello (PL). Vaz diz que atendeu a um pedido do próprio partido: “Não quero prejudicar o meu pessoal”.
Novos aliados
Até esta quinta-feira (30), Jorginho fez conversas para atrair pequenos partidos. O acordo com o Agir foi fechado ainda na quarta-feira (29). O Democracia Cristã também entrou no projeto nos últimos dias.
Avante
Entre os partidos de menor estrutura, o Avante tem sido bastante procurado porque é a única sigla “na pista” com tempo de TV, ainda que reduzido. Aliados do governador dizem que o acordo com o partido já está fechado e que o Avante estará com Jorginho. A presidente do partido em SC, Terezinha Nascimento, afirma que a decisão será tomada na convenção deste sábado (1º).
Peso
O Avante também é cotado para integrar a chapa de Marcelo Brigadeiro, candidato ao governo pela Missão. Assim, a sigla indicaria o vice. Ao mesmo tempo, Brigadeiro teria tempo de TV e ganharia espaço nos debates.
Lá
Jorginho teve conversas diretas com o presidente nacional do Avante, o deputado federal por Minas Gerais Luís Tibé. Os dois se reuniram no fim de semana passado e também nesta semana.
A sete chaves
A decisão sobre as suplências de Carlos Bolsonaro e Carol de Toni é mantida de forma reservada entre poucas pessoas. Segundo o vice-presidente estadual do PL, Bruno Mello, as conversas envolvem o governador Jorginho Mello e os dois pré-candidatos ao Senado.
O que pesa
Mello diz que dois fatores estão sendo avaliados de forma prioritária: a representação de segmentos e o peso eleitoral (votos). Alguns nomes foram ventilados nesta quinta-feira, como o empresário Juliano Custódio e o ex-prefeito de São Lourenço do Oeste Rafael Caleffi. Mello, porém, não confirma e diz que a definição ocorrerá na noite desta sexta-feira (31).
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Na convenção do PL, neste sábado (1º), em São José, a chapa majoritária será anunciada de forma completa. Até lá, o segredo deve ser guardado a sete chaves.
Presente
O presidenciável do PL, Flávio Bolsonaro, terá uma presença rápida na convenção deste sábado. Ele deve chegar por volta das 15h, quando o evento já estiver em andamento. Fará um discurso e, depois, deve seguir viagem para outra convenção estadual.
Pessedistas
O presidenciável do PSD, Ronaldo Caiado, é esperado na convenção de João Rodrigues, neste sábado (1º), na Alesc. O evento vai confirmar as candidaturas da chapa liderada pelo ex-prefeito de Chapecó.
Progressistas
O senador Esperidião Amin, que preside o Progressistas em Santa Catarina, vai liderar a convenção do partido na noite desta sexta-feira (31). O partido está rachado, mas vai confirmar o apoio a Amin e a João Rodrigues, mesmo que boa parte dos prefeitos e dois deputados estaduais estejam com Jorginho.
Dissidentes
O evento de prestação de contas do deputado Pepê Collaço, do PP, que vai apoiar Jorginho, na noite desta quinta-feira (30), vem sendo considerado o ato político de “convenção” dos progressistas dissidentes. O parlamentar reuniu o governador, mais de 20 prefeitos e vice-prefeitos, vereadores, lideranças, representantes de entidades e apoiadores.
Emedebistas
O comando do MDB tenta chegar a um consenso para definir a primeira suplência de Amin. O deputado estadual Volnei Weber é quem tem mais apoio interno, mas o ex-deputado federal Peninha tem feito pressão em busca do espaço. Uma reunião nesta sexta-feira vai tentar resolver a questão. Caso contrário, o impasse será levado à votação na convenção deste sábado, também na Alesc.
Justiça
A Justiça de Santa Catarina rejeitou a ação movida pela deputada federal Júlia Zanatta (PL) contra Décio Lima, Ideli Salvatti e Prudente José Silveira Mello. A sentença da 3ª Vara Criminal da Comarca da Capital reconhece que as manifestações questionadas estavam protegidas pela liberdade de expressão e faziam parte do debate político democrático. A ação buscava responsabilizar Décio Lima por entrevistas e publicações feitas durante o debate público. Ao analisar o caso, a Justiça concluiu que não houve crime e que as manifestações estavam amparadas pelo direito à livre expressão.
