Havia muita expectativa para o prazo de filiações para as Eleições 2022 em Santa Catarina. Entre uma surpresa e outra, o cenário que se desenhava no começo do ano pouco se alterou. Os candidatos ao governo do Estado seguem os mesmos. O prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), que já havia desistido uma vez, voltou a anunciar sua permanência no cargo. Já o empresário Luciano Hang confirmou a falta de convicção que o impedia de assumir qualquer projeto, enquanto Clésio Salvaro e Fabrício Oliveira preferiram manter seus projetos nas prefeituras de Criciúma e Balneário Camboriú. Todas cartas que flutuavam sobre a mesa e acabaram ficando fora do jogo.
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Permaneceram os nomes já conhecidos: Carlos Moisés (Republicanos), Jorginho Mello (PL), Gean Loureiro (União), Raimundo Colombo (PSD), Dario Berger (PDB), Décio Lima (PT), Odair Tramontin (NOVO) e Antídio Lunelli (MDB). É a partir deste grupo que vão ocorrer as conversas para a montagem das chapas ao governo de SC nos próximos meses.
Preferências
Depois de conquistar o Podemos e o Avante, Moisés quer garantir o MDB e o PSDB. Aos emedebistas a oferta é a cadeira de vice. O governador não tem escondido nas conversas com todos os partidos a intenção de ter um emedebista ao seu lado. O nome, no entanto, ainda não é certo.
Gean e Colombo
Com a chapa que seria montada entre João/Salvaro/Hang, tanto Gean como Raimundo Colombo perderiam espaço. Mas agora ambos voltam a figurar na linha de frente. Os dois querem ser candidato ao governo, mas o Senado pode acabar para um deles. Gean tem um acordo com o PSD para que ambos concorram juntos.
Ao mesmo tempo, nenhuma porta parece estar fechada, tanto que recentemente ele conversou com Moisés. Além disso, nesta balança toda ainda há o Progressistas de Amin que pode fazer a diferença.
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