O polêmico sistema único de gestão (SIG), em elaboração pelo Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina (TCE/SC), continua causando preocupação entre as empresas de tecnologia que fornecem soluções para prefeituras. Entidades como Seprosc, Seinflo e Fenainfo dizem que pode haver uma evasão das companhias de Santa Catarina.
Alegam que a medida do TCE, apoiada pela Federação dos Municípios Catarinenses (Fecam), resultará em prejuízos incalculáveis não só para as empresas. Segundo números dos empresários, o setor de tecnologia representa atualmente 5,6% da economia do Estado de Santa Catarina, com faturamento estimado em mais de R$15 bilhões de reais por ano e gera mais de 47 mil empregos diretos no Estado.
Alegações
O TCE alega que o novo sistema trará economia para as prefeituras. A previsão é de que os municípios paguem um valor entre R$ 0,30 e R$ 0,40 por habitante. Com isso, o custo será conforme o tamanho da cidade. Atualmente, explica o Tribunal, cada prefeitura contrata um sistema próprio para fazer a gestão e prestar contas.
Diretas
– A Associação dos Pacientes Renais de Santa Catarina (Apar), entrega hoje, às 15h, ao MPSC, um pedido de providências diante da não realização de transplantes renais no Hospital Celso Ramos desde 3 de fevereiro de 2017.
– A extinção da Substituição tributária sobre o ICMS será debatida pela primeira vez no Estado, no dia 19 deste mês na Fiesc, às 14h. O secretário da Fazenda, Paulo Eli, vai palestrar no evento.
– A taxa de ocupação de hotéis e pousadas da Grande Florianópolis teve um ligeiro aumento no mês de agosto em comparação com o mesmo período de 2017: subiu de 42,49% para 45,85%.