Mesmo que a Secretaria de Agricultura tenha limitado na última quinta-feira a comercialização da ostras em Florianópolis, Palhoça e Porto Belo por conta da presença da toxina diarreica (DSP) nos animais, só ontem a informação veio a público. Explico como: uma colega jornalista foi almoçar no Ribeirão da Ilha e lá ficou sabendo da restrição porque o garçom do restaurante comunicou a falta do marisco. Perto dali, em outro estabelecimento, um amigo consumia a ostra normalmente. Somente depois do contato da reportagem do jornal Hora de Santa Catarina é que a secretaria confirmou o fato.
Estratégia diferente
A justificativa da secretaria para a falta de aviso: o problema deve ser resolvido ainda nesta semana. Mesmo assim, serão sete dias de contaminação, o suficiente para causar problemas para muita gente. Não basta só informar produtores e estabelecimentos comerciais, a população também precisa saber. Em episódios anteriores haveria ampla divulgação, afinal trata-se de questão de saúde pública. Desta vez, porém, foi diferente.