Jorginho veta porte de arma para vigilantes em Santa Catarina

Projeto havia sido aprovado na Alesc

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(Foto: Reprodução/Pixabay)

Aprovado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina no começo de outubro, o projeto de lei que permitiria vigilantes privados terem acesso a armas de fogo foi vetado pelo governo Jorginho Mello (PL). A decisão está publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira (9). O texto é de autoria do deputado Jessé Lopes (PL), e queria “reconhecer o risco da atividade profissional e a efetiva necessidade do porte de arma de fogo por vigilantes de empresas de segurança privada no Estado”.

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Seguindo orientações da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), da Polícia Militar e da Polícia Civil, o governador decidiu não sancionar a lei. Pela publicação no DOE, assinado por Jorginho, o texto aprovado na Alesc “está eivado de inconstitucionalidade formal orgânica, uma vez que invade competência privativa da União para legislar sobre porte de arma de fogo”.

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Os órgãos consultados pelo governador lembraram de uma lei semelhante aprovada em Tocantins. Lá, houve questionamento judicial da legislação. O Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu pela inconstitucionalidade do texto, justamente porque os deputados e o governador locais legislaram sobre assunto de competência da União.

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