Proposta de CPI do transporte coletivo avança na Câmara de Florianópolis

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A Frente Parlamentar da Mobilidade Urbana na Câmara de Vereadores de Florianópolis tem cinco assinaturas das oito necessárias para a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do transporte coletivo. O grupo é coordenado por Maikon Costa (PSDB).

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Além dele, assinam o requerimento os vereadores Marquito (PSOL), Vanderlei Farias (PDT), Lino Peres (PT) e Marcelo da Intendência (PP). As conversas avançaram também com outros dois membros dos Legislativo que ainda não assinaram.

Segundo Costa, a Frente Parlamentar já vinha trabalhando para apresentar a proposta da CPI. O aumento do valor da passagem, explica, é apenas um dos pontos.

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O assunto ganhou força depois que o movimento Acredito abriu um abaixo-assinado virtual para exigir dos parlamentares a instalação da Comissão.

Segundo o chefe de gabinete do prefeito Gean Loureiro, Bruno Oliveira, a prefeitura ainda tenta entender o “fato determinado”. Sem ele, avalia, a CPI cai em descrédito. Oliveira alega que modelo em vigência foi assinado no governo passado: “estamos apenas seguindo o contrato que já tinha”.

Organizador do abaixo-assinado virtual, Israel Rocha vai se reunir nesta quarta-feira com Gean. Segundo Rocha, já há garantia das oito assinaturas necessárias para a abertura da CPI.

A postos

O secretário de Mobilidade Urbana de Florianópolis, Marcelo Silva, disse ontem na CBN Diário que está à disposição da Câmara de Vereadores caso os parlamentares queiram convocá-lo para falar sobre o preço da passagem do transporte coletivo. Ele falou sobre a intenção de um grupo de renovação política, amparado por membros do Legislativo, de criar uma CPI para analisar as planilhas de custos do ônibus da Capital.
 

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Perícia

Silva argumenta que os dados que embasam os cálculos são enviados periodicamente ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), como ocorreu neste começo de ano após a definição do aumento da passagem: “Não identificamos falta de transparência, todos os anexos e contratos vêm sendo periciados pelo TCE”, alegou na entrevista. O secretário disse que a articulação para barrar a CPI na Câmara ficará a cargo da Casa Civil e do prefeito Gean Loureiro.