Reconduzido, Leandro Lima terá que cortar relações políticas com deputada estadual

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A indicação de Leandro Lima para a permanência no comando do sistema prisional catarinense reforça a credibilidade do secretário no setor, principalmente com participação em conselhos da área em Brasília. Esta fase no novo governo, entretanto, vai representar um rompimento de posicionamento do secretário, que mantinha relações institucionais e políticas com a deputada estadual Ada de Luca (MDB). Ela comandou a pasta por sete anos, enquanto Lima ocupou cargos de confiança. Com Moisés, o agente prisional de carreira não terá mais compromisso com Ada, mas sim diretamente com o futuro governador.

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Desistência da despedida

Durante as eleições, Leandro Lima já havia decidido que deixaria a secretaria de Justiça e Cidadania independente do resultado das urnas. Mas a proposta do governador eleito o atraiu. Uma das metas de Moisés foi fundamental: a redução do número de comissionados e o aproveitamento do quadro de efetivos.