Santa Catarina tem atualmente 748 tornozeleiras eletrônicas à espera de determinações judicais para serem usadas por presos. Os equipamentos são de uma prestadora de serviço contratada por licitação pela Secretaria de Justiça e Cidadania (SJC) e ficam sob a responsabilidade do Estado por dois anos. Desta quantidade, 34 são destinadas para presos provisórios e 714 para detentos do regime semiaberto. Cada tornozeleira custa R$ 159,99 para os cofres públicos.
Segundo dados do Departamento de Administração Prisional (Deap), 239 presos são monitorados pelas tornozeleiras. Desses, 151 São presos provisórios vindos da Justiça estadual, 52 do semiaberto da Justiça estadual e 36 da Justiça Federal. O número é mais do que o dobro do aplicado em julho do ano passado. Mesmo assim, pondera o secretário-adjunto da SJC, Leandro Soares Lima, é modesto em comparação com os outros Estados.
Comando
Três nomes estão em evidência para assumirem no próximo mês o comando-geral da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC). Com a saída iminente do coronel Paulo Henrique Hemm do cargo, possivelmente para concorrer nas próximas eleições, despontam os coroneis Araújo Gomes, atual subcomandante-geral, Cosme Manique Barreto, comandante da 6ª Região da PM em Criciúma, e José Norberto Souza Filho. A definição deve ficar a cargo do vice-governador Eduardo Pinho Moreira, que fará uma mudança nos secretariado a partir de fevereiro.
Problema
Os tiroteios na região do Morro da Caixa, no Continente, voltaram a ser rotina desde o final do ano passado. O local é, novamente, um problema para as polícias. Os pontos de venda de droga ali são dominados por uma facção criminosa catarinense. A comunidade é vizinha da nova sede da Secretaria de Segurança Pública (SSP), inaugurada em 2017. Na noite de terça-feira, um suspeito ficou ferido em troca de tiros com a PM.
Certeiro
Em entrevista à CBN Diário ontem de manhã, o consultor de logística Silvio dos Santos foi direto ao ponto quando perguntado como resolver os problemas de mobilidade na Capital durante a temporada de verão:
– O turista não pode ser culpado pela nossa incompetência.
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