Vai ficar para o ano que vem o parcelamento das dívidas do Metropolitano. A diretoria deu entrada no Ato Trabalhista em setembro e a documentação já chegou às mãos do Foro do Trabalho na cidade, porém ainda não houve um despacho.
O clube aguarda um parecer da juíza Desirré Bollmann, que é a titular da 1ª Vara do Trabalho para saber se poderá, ou não, parcelar em 132 meses todos os débitos que tem com ex-atletas e ex-funcionários.
Na opinião do advogado Luis Fernando Novaes, responsável pelo encaminhamento do processo e especialista em direito desportivo, o fato de haver poucos precedentes no Brasil é o que dá lentidão aos andamentos.
O detalhe é que um dos exemplos de sucesso é de autoria do próprio Novaes, com o Brusque, que conseguiu pedalar suas dívidas, o que pode agilizar as coisas a partir do ano que vem.
Só para lembrar, Ato Trabalhista é o nome dado a um Plano Especial de Execução que tem como o objetivo centralizar em uma conta judicial os pagamentos do clube a credores.
Times como o Botafogo e o Flamengo já foram integrados ao programa, que tem como objetivo zerar dívidas sem gerar riscos de penhora, por exemplo.