O barulho nosso de cada dia

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XII Congresso Iberoamericano de Acústica será em Florianópolis (Foto: Tiago Ghizoni, NSC Total)

Enquanto o barulho se espalha pelo Brasil, por conta do Carnaval, no dia 24 de fevereiro, em Londres, o Instituto de Acústica do Reino Unido vai promover apresentações sobre as consequências do ruído, como parte das comemorações alusivas ao Ano Internacional do Som.

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Já a Sociedade Brasileira de Acústica programou para setembro, no Costão do Santinho, em Florianópolis, o XII Congresso Iberoamericano de Acústica (https://fia2020.com.br/), cuja organização está a cargo de professores do LVA – Laboratório de Vibrações e Acústica UFSC do Departamento de Engenharia Mecânica UFSC. Por enquanto, o congresso é o único proposto por brasileiros na lista de eventos a serem promovidos em 2020, no âmbito do Ano Internacional do Som.

Por que a batucada alta que anima alguns fere os ouvidos de outros? Cada pessoa tem particularidades e características anatômicas que fazem com que o seu canal de audição apresente diferentes ressonâncias (amplificações) dos sons que chegam ao tímpano. “Níveis de pressão sonora acima dos 120 decibéis, em geral, causam irritação.

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Acima de 130 120 decibéis já é possível que haja uma ruptura parcial do tímpano ou perda de parte da audição”, explica Pablo Serrano, Doutor em Engenharia e Meio Ambiente pela University Of Southampton, no Reino Unido, residente em Florianópolis. Ele é um dos especialistas que estará no XII Congresso Iberoamericano de Acústica, em setembro, no Costão do Santinho.

Sua organização está a cargo de professores do LVA – Laboratório de Vibrações e Acústica UFSC do Departamento de Engenharia Mecânica UFSC. Por enquanto, o congresso é o único proposto por brasileiros na lista de eventos a serem promovidos em 2020, no âmbito do Ano Internacional do Som.