Mundo ideal

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A desvinculação das receitas do orçamento da União seria a melhor medida que a equipe econômica poderia tomar, libertando Estados e municípios das amarras da lei, se estivéssemos em um mundo ideal. Setores importantes como saúde e educação jamais precisariam ter recursos assegurados por lei se houvesse um compromisso dos gestores em priorizar essas duas áreas, assegurando qualidade do serviço oferecido ao cidadão. 

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Na vida real, no entanto, as contas estão descontroladas e a tentação é grande. O comprometimento com a folha de pagamento já está alto, incluindo o incrível peso dos inativos, na maioria dos casos. Portanto, enquanto não houver uma reforma da Previdência para valer e o início do equilíbrio das contas, é temerário acabar com os percentuais obrigatórios. Ex-secretário da Educação de Santa Catarina e atualmente no Conselho Nacional de Educação, Eduardo Deschamps, disse à coluna que, em tese é contra as vinculações, mas que diante da situação fiscal atual, a educação correria o risco de ser a área mais prejudicada.

MELHOR SAÍDA

Vice-líder do governo na Câmara, o deputado Coronel Armando (PSL) defende uma saída negociada para a reforma da Previdência. Apesar da temperatura alta em Brasília nos últimos dias, o parlamentar vai pelo caminho da conversa para tentar emplacar o texto apresentado pelo ministro Paulo Guedes.

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Desnecessário

O clima neste início de semana entre aliados do presidente Jair Bolsonaro era de desânimo com o que chamavam de mais um “tuíte desnecessário do presidente”. Desta vez, o absurdo foi a divulgação de relato deturpado contra uma jornalista, uma reprodução de informação incorreta.

Fim de semana e feriados viraram momentos de tensão para os assessores palacianos.

FRÁGIL

Sempre houve diferentes grupos dentro do Ministério da Educação, disputando espaço. A diferença é que os ministros conseguiam dar um caminho para a equipe. Com menos de três meses de governo, Ricardo Vélez Rodríguez já demitiu seis, mas não tem um plano de governo.