Aumenta pressão para liberação de aditivo de R$ 25 milhões para a bacia de evolução de Itajaí

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O superintende do Porto de Itajaí, Marcelo Salles, reuniu-se na sexta-feira com equipes das secretarias de Estado de Planejamento e Infraestrutura para discutir o pedido de um aditivo de R$ 25 milhões, necessário à continuidade das obras da nova bacia de evolução. A empresa Triunfo, que é responsável pelos trabalhos, já foi avisada de que há possibilidade de paralisação caso o dinheiro não venha.

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O prazo é de duas semanas. Depois disso, não há verba para novas medições e, consequentemente, não há como seguir com o trabalho.

Sem aditivo, obras da bacia de evolução podem parar

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A nova bacia de evolução é uma área de manobras, e abrirá espaço para navios maiores e mais carregados no Complexo Portuário do Itajaí, que inclui os portos de Itajaí e Navegantes. É a maior obra de infraestrutura feita atualmente pelo Governo do Estado, a um custo de R$ 105 milhões.

O aditivo tornou-se necessário depois que o governo federal declinou da segunda etapa da obra, que deveria ser paga por Brasília. Sem as obras da segunda etapa, foi preciso projetar estruturas de contenção para que o trabalho da primeira fase não fosse perdido.

A nova bacia é considerada vital para os portos de Itajaí e Navegantes, que respondem por cerca de 70% do comércio exterior catarinense _ e a possibilidade de atraso causa preocupação. Presidente do Sindicato das Agências de Navegação Marítima no Estado (Sindasc), Eclésio da Silva diz que a pressão dos armadores pela conclusão da obra tem aumentado.

Uma das linhas que opera no Porto de Itajaí prevê para abril o início da operação de mais seis navios, que fazem a rota da Ásia e hoje não podem manobrar no Complexo Portuário por falta de espaço. Caso a obra seja paralisada, o prazo não será cumprido.