Avança possibilidade de usar dados da indústria de ovas para ordenar a pesca da tainha

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A viabilidade de utilizar dados do SIGSIF _ sistema que integra o Serviço de Inspeção Federação do Ministério da Agricultura _ para gestão da pesca da tainha já está em análise pelo Grupo de Trabalho que discute a captura. Agora, a meta é comprovar o quanto da tainha capturada no país não chega às indústrias que exportam a ova, o que poderá indicar se é seguro embasar a gestão de pesca nos números do SIGSIF.

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Os indicativos, até agora, afirmam que sim. No ano passado a ONG Oceana conseguiu comprovar, através do Tainhômetro, que 90% da tainha capturada em Santa Catarina pela frota industrial e artesanal foram para a indústria de ovas _ o que significa que foi rastreada pelo governo.

Com pressa

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Assim que estiver pronto o relatório do Grupo de Trabalho da tainha, do qual participam representantes do governo, do setor produtivo e do terceiro setor, o documento será enviado ao Comitê de Gestão da pesca. A expectativa é que a análise seja feita o mais rápido possível, já que faltam apenas quatro meses para o período de capturas.