Catarinense detido e deportado na Venezuela mantém em sigilo seu paradeiro

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A família de Jonatan Diniz, catarinense que ficou preso na Venezuela durante 11 dias, vem mantendo contato com o jovem mas, a pedido dele, não revela seu paradeiro. Informações extraoficiais dão conta de que ele teria sido deportado para os Estados Unidos, onde mora atualmente.

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Nesta segunda-feira a família emitiu uma nota em que afirma que “ele já chegou no seu destino e encontra-se seguro”, sem detalhes.

— Para uma mãe que passou 11 dias no desespero de não ter uma notícia, estou feliz e aliviada por saber que foi expulso (da Venezuela) — diz Renata Diniz, mãe de Jonatan.

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No domingo, o jovem escreveu um relato nas redes sociais em que relata como ocorreu sua relação com o país e admite ter ido a protestos na Venezuela, mas como “observador”.

O jovem foi detido junto com três venezuelanos no dia 28 de dezembro pelas forças de segurança do país, no estado de Vargas. Segundo a agência oficial de notícias venezuelana, o jovem era acusado de manter atividades desestabilizadoras contra o regime de Nicolás Maduro. Para o governo, Jonatan faria parte de uma ONG que usaria a arrecadação de fundos para caridade como fachada, para promover ações contra o regime.

Leia a nota da família de Jonatan:

“A família de Jonatan Diniz vem a público esclarecer que está em contato diário com o mesmo desde sua saída da Venezuela.

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Estamos divulgando somente hoje, pois ele já chegou no seu destino e encontra-se seguro. Por precaução e a pedido de Jonatan, não será informado onde ele está.

Agradecemos ao Itamaraty por nos manter em contato com ele, aos amigos, a todos que nos ajudaram através das mídias sociais, e a imprensa que teve papel importante no esclarecimento do caso”.

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