A suspensão das exportações de pescado brasileiro para a União Europeia, a partir de 3 de janeiro, está tirando o sono dos armadores em Itajaí. O problema não é apenas o grande mercado consumidor dos países da Europa, que absorve muito da produção de ovas de tainha, por exemplo. Mas também a possibilidade do embargo se estender a outros importadores do pescado brasileiro, como Estados Unidos e países da Ásia. Se isso ocorrer, o prejuízo será imenso para Santa Catarina.
Empresários da pesca temem extensão de embargo de exportações para além da Europa
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