Entrega da nova bacia de evolução de Itajaí fica para novembro

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A entrega das obras da nova bacia de evolução de Itajaí, que deveria ocorrer este mês, foi estendida para novembro. O motivo do atraso foram problemas na remoção de pedras do cabeço, a ponta do Molhe Norte, em Navegantes. Há uma grande quantidade de pedras submersas, que não estavam previstas no projeto original.

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As pedras, que chegam a 12 toneladas, são retiradas uma a uma. No processo, mergulhadores, que perfuram e instalam ganchos para que as pedras possam ser içadas com um guindaste _ um trabalho lento e delicado.

A bacia de evolução é a área de manobras dos terminais portuários de Itajaí e Navegantes, e este não é o primeiro percalço por que passa a obra. Os trabalhos de dragagem chegaram a ficar suspensos de março a maio, devido ao período de defeso do camarão. No momento, falta dragar 20% da área da bacia.

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Enquanto a obra não fica pronta, a estimativa é que o Porto de Itajaí deixe de fazer pelo menos mil movimentos por mês, especialmente de importação. A APM Terminals, arrendatária do porto, conta com a nova área de manobras para aumentar a frequência dos navios da linha Ásia, que hoje são quinzenais porque parte dos navios que operam a rota são maiores que os limites atuais.

A bacia de evolução vai abrir espaço para navios com até 336 metros de comprimento nos terminais portuários de Itajaí e Navegantes. Hoje, o limite é de 305 metros. As obras são feitas com recursos do Governo do Estado, e estão avaliadas em R$ 128 milhões.