Marejada movimenta a economia de Itajaí

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O maior upgrade da Marejada 2018, que abriu os portões na quinta-feira à noite, com a presença do ministro do Turismo, Vinícius Lummertz, será na economia de Itajaí. Reformulada, voltada à gastronomia genuinamente “peixeira” do principal porto pesqueiro do país, a festa terá, desta vez, somente restaurantes locais. Foi uma surpresa para a organização, já que no ano passado boa parte da venda de alimentos foi feita por empresas de fora, porque não havia interesse dos empresários de Itajaí.

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O novo formato, testado em 2017, estimulou a gastronomia local, que marcou presença em peso na licitação dos espaços desta vez. Apenas um dos 20 restaurantes não é de Itajaí _ será tocado por uma empresa da vizinha Navegantes. Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Giovani Testoni, a decisão dos empresários locais de investir na festa é um indicativo importante de recuperação da Marejada.

A prefeitura ainda não contabilizou qual será o investimento público no evento este ano. Ano passado, o retorno de R$ 1,4 milhão pagou a conta da festa. O município, desta vez, arrecadará 20% sobre a venda de alimentação, descontados os impostos, e 37% sobre a venda de bebidas, que ficou sob o encargo da Heinecken.

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A licitação do chope deixa de fora as marcas artesanais locais, que têm ganhado destaque no cenário nacional. Mas garantem à organização um reforço importante na “ativação” da festa, parte da decoração e da identidade visual, que passam a ser responsabilidade da licitante.

A expectativa da organização é atrair público de 250 mil pessoas em 10 dias de Marejada.