Porto Belo quer recuperar prejuízos causados pelo pedágio de Bombinhas

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O prefeito de Porto Belo, Emerson Stein (PMDB), pediu que a prefeitura de Bombinhas apresente, em 15 dias, proposta de ressarcimento pelas perdas que o município vem colecionando desde que entrou em vigor o pedágio ambiental na cidade vizinha. Para a prefeitura, a cobrança da Taxa de Preservação Ambiental (TPA) de Bombinhas fez reduzir o vaivém dos turistas entre os dois municípios, e prejudica a economia de Porto Belo. Uma das alternativas levantadas, em conjunto com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), é estender o prazo de validade da taxa por até 72 horas.

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A medida, em tese, permitiria que os turistas circulassem entre as duas cidades durante três dias, pagando o pedágio de entrada em Bombinhas apenas uma vez. O prefeito de Bombinhas, Paulo Dallago Muller (PTB), acredita que a mudança tenha impedimentos legais. Mesmo assim, enviou o pedido de Porto Belo para análise no departamento jurídico da prefeitura.

A redução no número de turistas em Porto Belo tem reflexo especialmente no comércio da região central, já castigado pela retração econômica. Segundo o presidente da CDL local, Rafa Souza, há 25 salas comerciais vazias no principal eixo de comércio turístico. Em 2013, antes da implantação da TPA, faltavam espaços para locação.

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Além do impacto econômico, o prefeito Emerson Stein afirma que Porto Belo assume o ônus das filas para pagamento da TPA e a manutenção das vias que são usadas como caminho para o município vizinho.

 

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TPA em Porto Belo

Caso não haja acordo com Bombinhas, a prefeitura de Porto Belo pretende cobrar o próprio pedágio. Um estudo ambiental para embasar o projeto está em andamento, e deve ficar pronto em 90 dias. O prefeito não descarta a possibilidade de cobrar pelos prejuízos causados pela TPA na Justiça.

 

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