Associação Empresarial de Joinville cobra “medidas enérgicas” do governo

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A Associação Empresarial de Joinville (Acij), que representa o maior PIB do Estado, divulgou nota cobrando “medidas enérgicas” dos governos estadual e federal pelo fim da greve. 

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– A situação está insustentável. Não temos mais transporte de cargas. Vários alimentos já estão em falta e os prejuízos para todos são enormes. Em SC. Na indústria e no agronegócio, principalmente, o cenário é desolador – afirma a nota assinada pelo presidente Moacir Thomazi.

Diante das perdas irrecuperáveis, a entidade diz que a Presidência da República, o Congresso Nacional e governos precisam tomar medidas efetivas já que o atendimento às reivindicações não foram suficientes. 

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Falta concorrência 

O ministro do Turismo, Vinícius Lummertz Silva, que  esteve em Florianópolis para participar do funeral do seu pai Laércio Lauro Silva, falecido sábado (27), também falou um pouco sobre a greve. Defensor do livre mercado, modelo que defende para o turismo, Lummertz avalia que o modelo adotado pela Petrobras cria um paradoxo perigoso. Para ele, se tem monopólio e exclusividade, tem que haver o interesse público. A tese do presidente da Petrobras só prospera se ela fosse privada e tivesse concorrência. 

 

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